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Festival de Dança de Joinville divulga aprovados para programação de 2016

Evento ocorre de 20 a 30 de julho, no Centreventos Cau Hansen e em palcos abertos pela cidade

10/05/2016 - 10h27 - Atualizada em: 10/05/2016 - 12h39

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Por Redação NSC
O projeto Dançando na Escola, da Escola Municipal Pedro Ivo Campos, foi aprovado no gênero danças populares
O projeto Dançando na Escola, da Escola Municipal Pedro Ivo Campos, foi aprovado no gênero danças populares
(Foto: )

Para quem participa da rigorosa seleção do Festival de Dança de Joinville, a terça-feira foi de tensão até as 13h45. Neste horário, a organização do evento divulgou os aprovados para fazerem parte da programação, seja na Mostra Competitiva, na Meia Ponta ou nos Palcos Abertos.

Os aprovados tem até 19 de maio para confirmar a participação no evento - inclusive as coreografias que são vagas conquistadas com o primeiro lugar na Mostra Competitiva do Festival de 2015.

Confira a lista completa no site oficial do Festival de Dança de Joinville.

Para a Mostra Competitiva foram selecionadas 205 coreografias de 126 grupos do Paraguai e 14 estados do Brasil, distribuídas nos diferentes gêneros Balé Clássico de Repertório, Balé Neoclássico, Dança Contemporânea, Danças Populares, Danças Urbanas, Jazz e Sapateado.

O estado com o maior número de coreografias é São Paulo, com 89, seguido por Santa Catarina, com 26. A cidade sede do Festival, Joinville, conta com 10 coreografias entre as aprovadas.

No Meia Ponta são 40 coreografias de grupos do Brasil e Paraguai. São Paulo mantém a maior representatividade, com 14 coreografias, e Santa Catarina, em segundo, com seis. Nos Palcos Abertos, instalados em praças e shoppings, o Festival reúne 1.445 coreografias, consolidando-se cada vez mais como espaço de acesso democrático e gratuito do público à dança. Os grupos selecionados têm até 19 de maio para confirmar a sua participação diretamente no site do Festival.

A Seletiva do Festival de Dança de Joinville foi conduzida pela curadoria artística do evento, que nesta edição é formada pelos profissionais da dança Marcelo Misailidis, Mônica Mion e Thereza Rocha.

Os ingressos para o 34º Festival de Dança de Joinville estão sendo vendidos pela internet e na sede do Instituto Festival de Dança até 15 de julho. Depois, a bilheteria física do Centreventos Cau Hansen volta a funcionar durante o período do evento.

Atrações especiais:

Neste ano, a São Paulo Companhia de Dança, que esteve no Festival de Joinville pela última vez em 2009, vem sob a direção de Inês Bogéa com três coreografias. Duas delas já faziam parte do repertório (Petite Mort e Gnawa), enquanto Suíte para Dois Pianos irá estrear um mês antes da apresentação em Joinville. Ela é a atração da Noite de Abertura, em 20 de julho.

Já o Balé do Teatro Guaíra, de Curitiba, traz um espetáculo de balé com versão contemporânea: a montagem de Cinderela, o clássico dos irmãos Grimm, em uma adaptação da história para os anos 1950. O espetáculo ocorre na Noite de Gala, em 25 de julho.

Noites especiais - São Paulo Companhia de Dança

Petite Mort

A coreografia é do checo Jirí Kylián, criada em 1991 sobre dois concertos de Mozart para o piano. A obra tem remontagem de Patrick Delcroix e tem seis homens e seis mulheres em cena. O tema principal é o prazer e a duração desse momento.

Gnawa

Gnawa é uma peça de 2005, criada pelo espanhol Nacho Duato, que utiliza os quatro elementos fundamentais (água, terra, fogo e ar) para tratar da relação do ser humano com o universo. A obra apresenta o reiterado interesse de Nacho Duato pela gravidade e pelo uso do solo na constituição de sua dança. Ela faz parte do repertório da SPCD desde 2009.

Suíte para Dois Pianos

A obra do alemão Uwe Scholz entra agora no repertório da companhia. Scholz criou movimentos inspirados nas reflexões do artista plástico Wassily Kandinsky e na música do russo Sergei Rachmaninoff e, enquanto a coreografia acontece, quatro obras de Kandinsky são projetadas ao fundo da cena.

Noite de Gala - Balé Teatro Guaíra

Cinderela

Transportado para as décadas de 1950/60, o clássico infantil passa a contar com as saias rodadas, as lambretas e a televisão dominando o cenário. Por isso, em vez de um castelo, a história de amor é ambientada em uma mansão e um carro conversível substitui a carruagem de abóbora. No lugar do príncipe, é um playboy milionário quem procura a moça por quem se apaixonou durante o baile. A coreografia é do espanhol Gustavo Ramirez Sansano e os figurinos de Gelson Amaral.

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