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Fifa anuncia Mundial de Clubes a cada quatro anos com 24 times

Entidade também quer que Copa do Mundo do Catar, em 2022, tenha 48 seleções

15/03/2019 - 18h10 - Atualizada em: 15/03/2019 - 18h38

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Por Folhapress
(Foto: )

A Fifa anunciou nesta sexta-feira (15) a reformulação do Mundial de Clubes a partir de 2021. A competição será realizada a cada quatro anos e deve contar com a participação de 24 times.

A confirmação foi feita durante entrevista do presidente da Fifa, Gianni Infantino, após reunião do conselho a entidade em Miami. A competição estreará em "junho ou julho de 2021" e entra no calendário como substituto da Copa das Confederações, que deixará de ser disputada.

"Vamos ver um torneio real, que vai coroar o campeão mundial de clubes", disse Infantino.

Mais cedo, a associação de clubes europeus havia prometido boicotar um novo Mundial de Clubes. Infantino minimizou, dizendo que o novo formato na verdade irá diminuir o número de jogos das equipes.

"Nós não estamos criando um novo espaço para uma competição. Hoje, o vencedor joga duas partidas. Em 2021, o vencedor vai jogar 5 jogos em quatro anos. Não vai aumentar o número de jogos, vai diminuir", disse.

A competição substituirá o atual formato, que conta com sete clubes e tem disputa anual. O modelo atual continuará até 2020.

Infantino não entrou em detalhes sobre o modelo, mas a discussão no conselho era sobre um formato com 24 times. A América do Sul reivindica seis vagas.

Copa do Catar com 48 seleções

Outra discussão do Conselho da Fifa diz respeito ao aumento do número de equipes para a Copa do Mundo do Catar, em 2022. A mudança já está aprovada para 2026, mas o presidente da entidade, Gianni Infantino, quer que o próximo mundial já tenha o novo formato.

A aprovação depende, além dos conselheiros, do país-sede da competição, que não está disposto a compartilhar a recepção da Copa do Mundo com países vizinhos. A Fifa avalia que só será possível aumentar o número de participantes se Kuwait, Omã, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita também sediarem partidas.

O Catar tem problemas com os outros países e sofre um bloqueio econômico desde 2017, e por conta disso não está disposto a ceder à solicitação da Fifa.

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