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Cinema

Filme "Boi Neon" é o grande vencedor do Festival do Rio 2015

Título consolida boa fase do cinema pernambucano na premiação

14/10/2015 - 11h56 - Atualizada em: 15/10/2015 - 05h50

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Por Redação NSC
(Foto: )

Nesta terça-feira, foi revelado o grande vencedor do Troféu Redentor 2015 do Festival do Rio: Boi Neon, de Gabriel Mascaro, saiu com os prêmios de melhor longa de ficção, melhor roteiro, melhor direção de fotografia e melhor atriz coadjuvante (Alyne Santana). Pela terceira vez em quatro anos um longa pernambucano conquista o Festival do Rio, depois de O som ao redor (2012) e Sangue azul (2014).

O prêmio de direção foi dividido entre dois cineastas cariocas que estrearam em longas este ano: Anita Rocha da Silveira, por Mate-me por favor, e Ives Rosenfeld, por Aspirantes. E os rostos jovens se repetiram na premiação de atores: Ariclenes Barroso e Julia Bernat, de Aspirantes, ganharam ator e atriz coadjuvante (ela, empatada com Santana); Valentina Herszage, de Mate-me por favor, foi escolhida a melhor atriz; enquanto Caio Horowicz, de Califórnia, foi o melhor ator coadjuvante.

Mas não só de novatos fez-se a premiação do Festival 2015: Ruy Guerra levou o Prêmio Especial do Júri por seu Quase memória.

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O prêmio de melhor documentário ficou com Olmo e a gaivota, de Petra Costa e Lea Glob, enquanto a melhor direção em documentário ficou com Maria Augusta Ramos por Futuro junho. Na mostra Novos Rumos, o grande vencedor foi Beira-mar, dos também estreantes em longa Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, que já haviam ganhado o Prêmio Especial do Júri Felix na noite de domingo.

Entre os curtas, o escolhido na competição oficial foi Pele de pássaro, de Clara Peltier; e na Novos Rumos foi Outubro acabou, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes.

Já o prêmio do público ficou com Nise - O coração da loucura, de Roberto Berliner (ficção), Betinho - A esperança equilibrista, de Victor Lopes (documentário), e Até a China, de Marão (curta).

Veja a lista completa de vencedores:

Première Brasil

Melhor longa-metragem de ficção - Boi Neon, de Gabriel Mascaro

Melhor longa-metragem de doc - Olmo e a Gaivota, de Petra Costa

Melhor curta-metragem - Pele de pássaro, de Clara Peltier

Melhor diretor de ficção - Ives Rosenfeld (Aspirantes) + Anita Rocha da Silveira (Mate-me por favor)

Melhor diretor de doc - Maria Augusta Ramos (Futuro Junho)

Melhor atriz - Valentina Herszage (Mate-me por favor)

Melhor ator - Ariclenes Barroso (Aspirantes)

Melhor atriz coadjuvante - Julia Bernat (Aspirantes) e Alyne Santana (Boi Neon)

Melhor ator coadjuvante - Caio Horowicz (Califórnia)

Melhor fotografia - Diego Garcia (Boi Neon)

Melhor montagem - Sérgio Mekler (Campo Grande)

Melhor roteiro - Gabriel Mascaro (Boi Neon)

Prêmio especial do júri - Quase memória, de Ruy Guerra

Novos rumos

Melhor filme - Beira-mar, de Filipe Matzembacher, Marcio Reolon

Melhor curta - Outubro acabou, de Karen Akerman, Miguel Seabra Lopes

Prêmio especial do júri - Jonas, de Lô Politi

Prêmio Fipresci (Júri composto por Christian Petterman, Flávia Guerra e Ricardo Cota)

Melhor longa latino-americano - Te prometo anarquia, de Julio Hernández Cordón

Júri voto popular

Melhor longa ficção: Nise - O Coração da Loucura, de Roberto Berliner

Melhor longa documentário: Betinho - A Esperança Equilibrista, de Victor Lopes

Melhor curta: Até a China, de Marão

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