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    Restrições

    Florianópolis e região voltam ao risco gravíssimo para o coronavírus; entenda o que muda

    Após uma semana classificada como "grave", região apresenta piora e restrições aumentam

    20/01/2021 - 16h42 - Atualizada em: 20/01/2021 - 16h43

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    Clarissa
    Por Clarissa Battistella
    Praias seguem liberadas em SC, desde que respeitado o distanciamento
    Praias seguem liberadas em SC, desde que respeitado o distanciamento
    (Foto: )

    Após passar uma semana fora do grupo mais crítico para o coronavírus, a região da Grande Florianópolis voltou, nesta quarta-feira (20), a ser classificada com risco gravíssimo na matriz do governo estadual, identificado pela cor vermelha no mapa. 

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    A região da Capital catarinense apresentou piora nos níveis de monitoramento, transmissibilidade e de óbitos. Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), a Grande Florianópolis está "no patamar mais alto de atenção".

    Com essa mudança do grave para o gravíssimo, algumas restrições voltam a vigorar nas cidades em vermelho: casas noturnas, por exemplo, deixam de funcionar. O esporte recreativo também fica proibido. 

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    Além disso, eventos sociais, parques aquáticos, teatros, museus e outras cerimônias devem restringir o público entre 30% e 50% da capacidade total. As praias, por outro lado, seguem liberadas para permanência na areia, desde que respeitado o distanciamento entre os grupos familiares. 

    O que muda na região

    Fica proibido:

    - realização de atividades esportivas de caráter recreativo.

    - abertura de casas noturnas.

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    Reduzem a capacidade:

    - cinemas e teatros com 30% de ocupação.

    - eventos sociais (cerimônias sem cobrança de ingresso, como casamento, batizado, aniversário, jantares e festas infantis) com 30% da ocupação.

    - feiras, exposições e leilões com ocupação de 30% do espaço.

    - congressos, palestras e afins com 30% de ocupação.

    - acesso a igrejas e templos religiosos com 30% da ocupação.

    - abertura de museus com 50% da ocupação.

    - funcionamento de parques aquáticos e complexos de águas termais com 50% da ocupação.

    - circulação de transporte coletivo com 70% de ocupação.

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