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Funcionária pública é suspeita de produzir certificados escolares falsos em Lauro Müller, na Região Sul de SC  

Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta segunda, em endereços de Lauro Müller, durante Operação Fictum Libellum

17/06/2019 - 08h59 - Atualizada em: 17/06/2019 - 11h14

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Redação
Por Redação DC
Operação cumpriu ordens judiciais para encontrar documentos e demais informações
Operação cumpriu ordens judiciais para encontrar documentos e demais informações
(Foto: )

A polícia investiga a ação irregular de uma funcionária pública que é suspeita de falsificar certificados e históricos escolares em troca de pagamento em Lauro Müller, na Região Sul de Santa Catarina. Para dar continuidade às apurações, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta segunda-feira (17) durante a Operação Fictum Libellum. As ordens judiciais foram cumpridas na casa da funcionária, de uma suposta ajudante e, também, na escola onde a mulher teria acessado os sistemas do estado.

A ação foi realizada pela Polícia Civil, com apoio do Instituto Geral de Perícias e do Ministério Público. O inquérito foi instaurado na Delegacia de Polícia de Lauro Müller e identificou a funcionária da secretaria da educação. Ela não só produzia, como, também, vendia os documentos falsificados em nome de uma escola estadual, por R$ 800,00. A mesma pessoa também produzia trabalhos escolares para alunos que contratassem seus serviços, por R$ 50,00. Toda a ação tinha apoio de outra mulher.

Durante as diligências policiais foram ouvidas testemunhas que indicaram a possível prática dos crimes de falsificação dos documentos, citando o nome de uma pessoa que nunca estudou na escola Engenheiro Ernani Cotrin, onde havia sido emitido histórico escolar como se aluno da escola fosse. Também se descobriu que um ex-aluno da escola estaria oferecendo os certificados escolares para venda.

Comprovadas as suspeitas, a funcionária do Estado deve ser indiciada pelos crimes de corrupção ativa e passiva, bem como, por delito administrativo devido a inserção de dados falsos em sistema informatizado da administração pública. Ainda, o delegado responsável pelo caso, Ulisses Gabriel, pediu o afastamento cautelar da funcionária até a conclusão do inquérito. A operação foi denominada como Fictum Libellum, porque em latim significa documento falso.

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