nsc

publicidade

MERCADO 

Governo vai privatizar 17 estatais neste ano, diz Guedes 

O ministro da Economia afirmou que nomes das empresas serão divulgados na quarta-feira 

21/08/2019 - 10h11 - Atualizada em: 21/08/2019 - 10h51

Compartilhe

Por Folhapress
Ministro da Economia, Paulo Guedes
Ministro da Economia, Paulo Guedes
(Foto: )

O governo federal deverá privatizar 17 empresas estatais neste ano, afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes, na noite desta terça-feira (20) em São Paulo. Os nomes das empresas, segundo ele, serão divulgados nesta quarta (21).

— Vamos acelerar as privatizações. Tem gente grande que acha que não vai ser privatizado e vai entrar na faca — afirmou Guedes.

O ministro reiterou a meta que deu ao seu secretário de Desestatização, Salim Mattar, de privatizar US$ 20 bilhões neste ano.

Guedes elogiou a fusão entre Embraer e Boeing em seu discurso a uma plateia de empresários e executivos de grandes empresas. Segundo ele, o ideal seria fazer mais duas ou três fusões do tipo com outras empresas brasileiras.

—Com o avanço da tecnologia, quem não se modernizar e não tiver capacidade de adaptação vai ficar para trás.

O ministro afirmou, ainda, que o governo tem conversado com países como Estados Unidos e China em busca de acordos comerciais.

— Tem uma competição (mundial) para fazer negócio com a gente e estamos em alta velocidade. Vamos dançar com os americanos e com os chineses — disse.

Pacto federativo

Paulo Guedes afirmou ainda que o governo pretende descentralizar recursos para aumentar os repasses a Estados e municípios. Como contrapartida, deverá pedir a desvinculação das receitas de todos os entes federativos.

O ministro falou em desvincular 280 fundos cujos recursos têm destinação específica.

— Não faz sentido ter todas as verbas carimbadas. O ministro Sergio Moro precisa de R$ 50 milhões para ampliar a Força de Segurança Nacional e tem um fundo penitenciário com R$ 1,5 bilhão que não pode ser tocado. É uma insensatez — disse.

Leia as últimas notícias do NSC Total

Deixe seu comentário:

publicidade