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Cultura

Guia de turismo de Florianópolis é finalista no Prêmio Nacional do Ministério de Turismo

O jornalista Rodrigo Stüpp criou experiências diferentes para turistas e moradores conhecerem mais profundamente as histórias e cultura manezinha

14/11/2019 - 18h40 - Atualizada em: 18/11/2019 - 12h17

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Por Janaína Laurindo
(Foto: )

O jornalista e guia de turismo Rodrigo Stüpp está entre os cinco finalistas do Prêmio Nacional do Ministério de Turismo 2019, na categoria micro e pequenos empreendedores. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 14. Rodrigo concorreu com outros 700 candidatos do país. O objetivo do prêmio é identificar, reconhecer e premiar iniciativas de destaque do turismo e profissionais que tenham inovado ou trabalhado de forma proativa para o desenvolvimento do turismo no país.

— Eu vou quase na contramão da tecnologia dos apps autoguiados, do que a cidade vende prioritariamente que é sol e mar. Eu reúno pessoas dispostas a interagir entre elas, com a cidade. É um componente humano forte. Tem mãe que me manda mensagem dizendo que o filho passou pelo lugar no outro dia e contou a história — revela o Guia Manezinho.

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Os Free Walking Tours foram desenvolvidos por Rodrigo há quase três anos. São roteiros que contam as histórias da cidade a partir de caminhadas que duram de 1h30min a 2h. O guia usa fotos, áudios, músicas e até cheiros durante suas explicações, melhorando a experiência do visitante. Uma das inovações é que o tour não tem valor fixo, as pessoas são convidadas a participar e são elas decidem quanto vale. É o que o Guia Manezinho chama de PQQ: Pague o Quanto Quiser.

Rodrigo agora segue na disputa por votação popular até 28 de novembro. Para votar é só clicar neste LINK.

Sobre a felicidade de ver o reconhecimento do seu trabalho, o jornalista comenta:

— Eu tô feliz porque consigo falar de história, de patrimônio numa cidade que é conhecida primeiro pelas praias mostra que é possível um turismo cultural, histórico na cidade. Mas mais do que isso, é um orgulho que eu tento deixar em cada um que faz um roteiro comigo, uma sensação de pertencimento. Quanto mais a gente tiver isso, mais forte será a memória coletiva da cidade.

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