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Hospitais de SC participam de projeto para reduzir tempo de espera na emergência 

Iniciativa do Ministério da Saúde está na sua terceira etapa com participação prevista dos hospitais Governador Celso Ramos e Hans Dieter Schimidt   

19/09/2019 - 08h54 - Atualizada em: 19/09/2019 - 09h09

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Por Camila Levien
(Foto: )

Quatro hospitais catarinenses fazem parte de uma iniciativa do Ministério da Saúde (MS) para reduzir o tempo de espera na emergência. O governo federal publicou nessa quarta-feira (18) os resultados preliminares do Projeto Lean nas Emergências e anunciou sua terceira etapa, com participação prevista dos hospitais Governador Celso Ramos, em Florianópolis e o Hans Dieter Schimidt, em Joinville que já estava incluso na atuação da etapa anterior junto do Hospital São José, da mesma cidade.

A única instituição do Estado a estar incluída na primeira fase foi o Regional de São José, na Grande Florianópolis. Ao todo 36 hospitais de todas as regiões do país fizeram parte das duas primeiras etapas, o terceiro ciclo terá 20 participantes.

O MS declarou que o projeto já reduziu em quase dois dias o tempo de internação no hospital e em 4h20min o tempo de espera no pronto-socorro nas 20 unidades do SUS participantes do projeto. Além disso, de acordo com o governo federal, o segundo ciclo mostrou uma redução de 55% do indicador de lotação, 44% na diminuição do tempo de permanência de internação e 40% na redução do tempo de passagem pela urgência até a alta.

Na iniciativa os locais passam por um processo de intervenção, onde profissionais do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, visitam os prontos-socorros e se reúnem com gestores e profissionais dos estabelecimentos para identificar dificuldades e implementar as ações de melhoria. Essa fase dura, em média, seis meses.

Após o término desse período, inicia-se um monitoramento, por mais doze meses. O objetivo, segundo o MS é garantir a continuidade das mudanças no gerenciamento das unidades.

A participação dos hospitais no projeto acontecem em ciclos, que iniciam a cada seis meses. São as instituições de saúde que fazem suas inscrições por meio de um endereço de e-mail indicado pelo MS na véspera de abertura de um novo ciclo. Os critérios para participação incluem estrutura, governança institucional e algumas características da emergência.

Dentro dessas categorias estão itens como ter mais de 150 leitos, ser considerado uma referência regional e possuir Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), lotação nas emergências e dificuldade de internação de pacientes. Apenas locais públicos ou filantrópicos são elegíveis. A meta do governo federal é até o ano que vem intervir na gestão de pelo menos 100 hospitais no país.

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