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    IFC abre processo administrativo para investigar interferência do MST

    Diretor e coordenador de ensino foram afastados

    22/08/2017 - 14h56

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    Por Redação NSC

    O Instituto Federal Catarinense (IFC) abriu processo administrativo para apurar a interferência do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no conteúdo pedagógico do Campus de Abelardo Luz.

    Na semana passada a Polícia Federal esteve no campus cumprindo mandado de busca e apreensão de notebooks e celulares. A Justiça Federal de Chapecó também determinou o afastamento do diretor-geral e do coordenador de ensino do Campus.

    O Instituto Federal divulgou uma nota nesta terça-feira informando que dois servidores de Palmas-PR, serão os substitutos.O Instituto tem 21 professores e 200 alunos em cursos de ensino médio e pós-graduação.

    Na nota o IFC coloca que o campus da Abelardo Luz funciona dentro do assentamento José Maria, desde 2012, e tem como objetivo atender a demanda de educação no campo, onde abrange agricultura familiar e camponesa.

    O MST condenou a ação considerando que o objetivo é criminalizar a atuação do instituto e negar educação para as pessoas do campo.

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