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Tragédia no Chile

Impasse com Serviço Médico Legal pode atrasar traslado de catarinenses mortos no Chile

Há ainda exigência de que um parente ou representante legal vá até o Chile para fazer o reconhecimento dos corpos

24/05/2019 - 10h31 - Atualizada em: 24/05/2019 - 11h03

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Redação
Por Redação DC
Prédio onde catarinenses foram achados mortos em Santiago, no Chile
Prédio onde catarinenses foram achados mortos em Santiago, no Chile
(Foto: )

O traslado dos corpos dos catarinenses que morreram no Chile pode demorar mais para ser realizado. Em razão de um aviso de greve, o Serviço Médico Legal (SML) chileno está operando com somente 50% da capacidade. Além disso, há uma exigência para que um parente ou representante legal vá até o Chile para fazer o reconhecimento dos corpos. As informações são do repórter da NSC TV Ricardo Von Dorff. O consulado brasileiro deve mediar o processo e já há confirmação de que o Airbnb irá arcar com os custos.

A imprensa chilena noticiou nesta sexta-feira que subsecretário de Obras Públicas do Chile, Lucas Palacios, segue cobrando que seja apurada responsabilidade sobre as mortes. Além disso, reforçou a necessidade de vistorias em instalações de gás, já que acidentes como esse podem aumentar com a redução das temperaturas no país vizinho.

Ouça o relato de Ricardo Von Dorff na CBN Diário:

Tragédia no Chile

Seis turistas brasileiros morreram em um apartamento na cidade de Santiago. O caso ocorreu nesta quarta-feira (22). Segundo a polícia local, eles teriam inalado gás, supostamente monóxido de carbono. Entre as vítimas estão cinco catarinenses: um casal de Biguaçu, na Grande Florianópolis, os dois filhos, e mais outro casal formado por um catarinense e uma mulher de Goiânia.

A identidade das vítimas foi confirmada pela família. Morreram o casal Fabiano de Souza, 41 anos, e Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos; e os filhos Karoliny Nascimento de Souza, que completaria 15 anos nesta semana, e Felipe Nascimento de Souza, 13. A família morava em Biguaçu. A prefeitura do município emitiu nota lamentando a tragédia e decretou luto oficial.

Além deles, também morreram Jonathas Nascimento Kruger, 30 anos, que também é catarinense e é irmão de Débora, e a esposa dele, Adriane Krueger, que é de Goiânia. O casal morava na cidade de Hortolândia, em São Paulo.

Suspeita de vazamento de gás

Quando a polícia entrou no local, notou que todas as janelas estavam fechadas. A suspeita é que isso teria provocado a grande concentração do gás no apartamento. A informação foi passada pelo comandante Rodrigo Soto à imprensa local.

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