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    Investir na bolsa ou comprar uma empresa? Confira as orientações da A9 Negócios 

    Opção fora do mercado de capitais é a compra de empresas já consolidadas

    24/11/2020 - 06h51 - Atualizada em: 25/11/2020 - 15h13

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    Por Estúdio NSC
    Opção fora do mercado de capitais é a compra de empresas já consolidadas
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    Investir na bolsa ou comprar uma empresa?

    O mercado de capitais brasileiro passa por um momento de expansão. O número de investidores pessoa física na bolsa já ultrapassa a marca de três milhões, segundo a B3. Ao final de 2019, o montante chegava a 1,68 milhão. Com as taxas de juros em baixa, o investidor aceita um risco mais elevado em busca dos ganhos que poderia ter antes apenas em renda fixa. No entanto, o foco na compra de ações não é para todo perfil. A volatilidade é a característica principal desses ativos, e apenas um investidor mais agressivo consegue lidar com os altos e baixos sem perder o sono. E aqueles que querem ganhos no curto prazo acabam, em maioria, no prejuízo. Um estudo da FGV mostra que mais 90% dos que tentam viver de day trade ficam no vermelho.

    Uma opção fora do mercado de capitais é a compra de empresas já consolidadas. Com o crescimento no país de empreendimentos , seja de pequeno, grande ou médio porte, até startups, a compra e venda de empresas deu início a um novo segmento de investimento.

    Por que comprar uma empresa?

    Quando o investidor compra uma empresa, ele passa a ser responsável pelos direitos e obrigações daquele empreendimento. É preciso verificar informações como registro de funcionários, se há passivos judiciais e contratos em andamento de curto ou longo prazo.

    Gilberto Luis Sulzbach, gerente comercial na A9 Negócios, que atua na intermediação de compra e venda de empresas, afirma que a compra de um empreendimento pode dar uma rentabilidade de até 30% ao ano, mas geralmente oscila entre 10% e 20%. “Uma empresa é algo sólido, concreto. Oferece uma rentabilidade mais estável, sem tantas oscilações como na bolsa de valores”, compara.

    A A9 trabalha com empresas de diferentes ramos e estados brasileiros, como clínicas, bares, restaurantes, hotéis, academias, franquias e indústrias estão entre as opções. Os faturamentos também variam, começam em um milhão de reais e chegam até 380 milhões.

    Sulzbach aponta que um grupo de investidores seleto que trabalha com esse tipo de investimento. “Às vezes são fundos, grupos de investimentos. Muitas vezes empresários que querem diversificar os ramos em que atuam para diminuir o risco no capital. Ainda, outros empreendedores compram empresas da mesma área, visando a ampliação do mercado”, comenta o gestor.

    Quando vender sua empresa?

    Não é por que uma empresa é colocada à venda que ela está falindo. Segundo Sulzbach, se ela está em condição financeira desfavorável, dificilmente vai à venda, porque se for, o preço cai de forma muito drástica. A maior parte dos proprietários com quem trabalha vende porque quer mudar de ramo. Ou porque cansou do segmento ou porque achou outro mais rentável, então a venda vai compensar no futuro. “Para colocarmos o empreendimento à venda, primeiro fazemos uma análise em consultoria antes, disponibilizamos uma prévia dos números”, explica.

    A A9 realiza uma assessoria para verificar qual o valor de mercado da empresa. “Existem alguns métodos para avaliar o valor de uma empresa. Um deles é determinar o valor de EBITDA. O custo para a venda está em torno de 5 a 6 EBITDAS. Temos uma metodologia para fazer esse calculo para chegar a um valor justo para quem vende e quem compra”, destaca.

    O EBITDA é um importante indicador financeiro para análise. A sigla vem do inglês Earning Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, ou, em português, Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização. Ele mostra o lucro de uma companhia antes dos descontos em juros e impostos, e perdas em depreciação e amortização.

    Por meio do cálculo do EBITDA, a A9 indica que o retorno deve chegar em cinco ou seis anos, mas com melhorias na empresa, é possível acelerar a recuperação dos recursos investidos.

    Quais são as etapas do processo na negociação de uma empresa?

    Uma equipe especializada no ramo de avaliação de empresas busca proporcionar a melhor negociação entre vendedor e investidor. Primeiro, o investidor entra em contato, por meio de anúncios ou indicações, e passa a ter interesse por um tipo de negócio. “Iniciamos uma conversa, mandamos uma apresentação blindada da empresa para ele fazer uma avaliação. Se quiser continuar o processo, fazemos uma segunda etapa, a assinatura de um termo de confiabilidade. Ele se compromete a não abrir a terceiros as informações que vai receber. Com os dados mais específicos sobre o empreendimento, o próximo passo é apresentar o investidor ao proprietário, visitar a empresa, conversar com os colaboradores. Só assim o investidor pode fazer a análise que falta para fazer uma proposta”, detalha Sulzbach. A terceira fase contempla a proposta e negociação da forma de pagamento. Às vezes as partes não se entendem, seja nos objetivos ou na forma de pagamento, então a busca continua.

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    Sigilo e confiabilidade

    A A9 Negócios possui uma carteira de investidores, cadastrados informando seus objetivos. As operações são direcionadas de acordo com a meta de cada um. No mundo corporativo, sempre há o risco de espionagem do concorrente para avaliar a situação da empresa do mesmo ramo. Por isso, todo passo busca a segurança para quem quer comprar e para quem quer vender. “Sempre protegemos os proprietários dos negócios. Temos cláusulas contratuais que assumimos quando o processo inicia. Cada empresa para vender é um ativo que temos”, reforça Sulzbach. São realizadas conversas, entrevistas e é necessária a demonstração da capacidade de pagamento do interessado. “Tudo isso é feito com um termo de confiabilidade, formalmente, para ver quem é o real interessado. Essa metodologia elimina o especulador”, garante.

    Para avaliação, captação de recursos, compra ou venda de empresas, conheça os serviços da A9 Negócios

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