nsc
    an

    Polícia

    Jaraguá do Sul é cidade mais segura de SC e quarta do Brasil, aponta Atlas da Violência

    Estudo do Ipea levou em consideração dados de assassinatos de 2017 em municípios com mais de 100 mil habitantes

    05/08/2019 - 17h19

    Compartilhe

    Cláudia
    Por Cláudia Morriesen
    foto mostra a igreja Chiesetta Alpina, no Morro Boa Vista, com a cidade ao fundo
    Jaraguá do Sul fica na região Norte de Santa Catarina
    (Foto: )

    Jaraguá do Sul é a cidade mais segura de Santa Catarina e a mais segura do País considerando a quantidade de homicídios em relação ao número da população. A informação foi publicada no Atlas da Violência, pesquisa que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realiza anualmente em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O estudo analisou 310 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes em 2017 e fez um recorte regionalizado da violência no país.

    Joinville ficou em quarto lugar entre as cidades com maior taxa de homicídios de Santa Catarina. De acordo com os números analisados, a maior cidade da região Norte tinha uma taxa estimada de homicídios de 22,4%, com 129 assassinatos frente a uma população de 577.077 habitantes.

    Já em Jaraguá do Sul, cidade que tem população estimada em 170.835 habitantes, ocorreram sete homicídios em 2017, totalizando uma taxa de 5,5%. Com isso, encabeçava a lista de cidades com menores taxas estimadas de homicídio por 100 mil habitantes no Brasil. O primeiro lugar ficou com Jaú (SP), onde a taxa foi de 2,7%, seguido por Indaiatuba e Valinhos, também de São Paulo. Depois de Jaraguá do Sul, em quinto lugar entre as cidades com menos homicídios, estava Brusque, cuja taxa era de 5,8%.

    No estudo anterior, referente a 2016, Joinville entrou na lista dos 123 municípios brasileiros onde ocorreram 50% dos assassinatos no País em 2016. Naquele ano, foram 24,8 mortes por 100 mil moradores.

    Jaraguá do Sul havia conquistado o primeiro lugar entre as mais pacíficas do país com mais de 100 mil habitantes segundo o estudo do Ipea em 2017, pelos números de 2015, ano em que a taxa foi de 3,7 mortes por 100 mil habitantes. Em 2016, a taxa subiu, chegando a 5,4 mortes, e a cidade ficou na terceira posição no ranking nacional.

    Colunistas