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Jefferson Saavedra: regularização das calçadas perde força em Joinville

04/01/2016 - 05h11

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Por Redação NSC

Certificação das calçadas perde força

O número de calçadas certificadas (construídas de acordo com a lei e vistoriadas pela Prefeitura) em Joinville deu um salto nos últimos anos, mas o avanço está perdendo força. Em 2009, apenas 32 passeios ganharam o certificado. Dois anos depois, já eram 3,5 mil. Em 2015, deve fechar em torno de 1,2 mil. A mudança no início da década foi motivada pela maior publicidade (e aplicação) da alíquota diferenciada do IPTU para quem não tem calçada ou muro em frente ao terreno. Quem tem as construções, paga 0,5% do valor venal do imóvel. Se não tem, o IPTU sobe para 2%. A primeira versão da lei era de 1990. A alíquota mais alta só vale onde a rua é pavimentada. Há outras faixas de cobranças do tributo, dependendo da localização ou se o terreno é baldio ou não. Os dados sobre a certificação de calçadas aparecem na proposta do Plano Diretor de Transportes Ativos, montada pelo Ippuj.

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Cinco anos atrás

Com as 10,5 mil demissões desde maio do ano passado, quando a crise começou a bater mais forte, o mercado de trabalho do setor industrial de Joinville recuou e está agora do mesmo tamanho do registrado no final de 2009, com pouco mais de 71 mil trabalhadores com carteira assinada no segmento.

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Recuo para 2013

Se forem somados todos os setores, comércio, serviços e construção civil, além da indústria, o recuo foi para março de 2013: hoje, Joinville está com mercado de trabalho com o mesmo número de empregados de quase dois anos atrás. E ainda faltam os números de dezembro de 2015.

Mais turistas

São Francisco, Barra Velha e Barra do Sul foram unânimes em apontar maior movimentação de turistas nas festas de fim de ano. Em São Chico, a previsão era de receber 150 mil pessoas. Pelas contas da Prefeitura, foram 180 mil. Em Barra do Sul, a cidade estava "cheia", disse o prefeito Ademar Borges.

Sem crise

Para Claudemir Matias, prefeito de Barra Velha, a cidade recebeu pelo menos 20% a mais de turistas. No ano passado, as chuvas fortes atrapalharam as festas no Litoral Norte. Para a atual temporada, o temor era a crise, expectativa pessimista que não se confirmou.

Atraso na CPI

Aberta em agosto, a CPI da Saúde em Joinville só deverá aprovar o relatório das apurações em fevereiro. O motivo da prorrogação, segundo o relator Jaime Evaristo, foi o atraso no repasse de informações pela Secretaria de Saúde de Joinville. O principal objetivo da comissão foi apurar a falta de medicamentos nos postos e a extensão das filas para consultas, cirurgias e exames.

Mudanças

O advogado Carlos Möller assume hoje a direção geral da Câmara de Joinville. Möller, ex-presidente da Sociedade Rio da Prata, foi intendente de Pirabeiraba no último governo Freitag (1993-1996). Outra mudança deverá ser na diretoria de tecnologia, com a saída de Ralf Benkendorf. A indicação do substituto virá de Levi Rioschi.

Para lembrar

Além do aumento da tarifa antecipada de R$ 3,25 para R$ 3,70, já a partir de hoje, também sobe em Joinville neste mês a conta da água, em 8,91% e a tarifa do lixo (limpeza urbana), em 14,21%. O aumento do IPTU, de 9,93%, já está em vigor e o desconto de 10% em cota única vence na quarta.

Fora

Cotado para ser vendido, o prédio da Felipe Schmidt (antiga Gered) não aparece na lista do primeiro leilão de imóveis do governo do Estado. Mas deve ser inscrito nos próximos. Havia planos de construção de nova sede da SDR. Não há informações se o Estado pretende vender outras áreas em Joinville.

Avaliação

Em levantamento de 2014 da Secretaria de Administração, as áreas do 8º BPM (R$ 35,9 milhões), da Udesc (R$ 35,5 milhões) e do Hospital Regional (R$ 26,3 milhões) foram avaliadas como as mais valiosas do Estado em Joinville. Nenhuma delas está à venda e nem há intenção, a avaliação é para medir o patrimônio.

Paulada

Uma outra forma de observar a escalada dos preços. Ao final de 2014, o preço médio da gasolina em Joinville ficou em R$ 2,860 o litro. Portanto, para comprar 50 litros, eram necessários R$ 143. Um ano depois, ao final de 2015, o litro estava custando em média R$ 3,408 em Joinville. O levantamento foi feito pela Agência Nacional do Petróleo em 20 postos da cidade no dia 21 de dezembro.

Quase 20%

Para resumir a história, os 50 litros agora precisam de R$ 170 em vez dos R$ 143, um aumento de quase 20% - que também se repetiu no restante do País. E novas altas estão previstas.

Empréstimo

A Adipros, o braço social da Igreja Católica em Joinville, utiliza 30 terrenos cedidos pela Prefeitura de Joinville ao longo das últimas décadas. São as chamadas permissões de uso, também usadas por outras entidades.

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