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Justiça prorroga prazo para conclusão do inquérito da Operação Alcatraz

Decisão da juíza Janaina Cassol Machado nesta sexta-feira (30) estende investigação até 14 de outubro

30/08/2019 - 17h25 - Atualizada em: 30/08/2019 - 17h27

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Redação
Por Redação DC
operação Alcatraz
Operação foi deflagrada no dia 30 de maio, quando foram cumpridos 11 mandados de prisão
(Foto: )

A 1ª Vara da Justiça Federal em Florianópolis prorrogou até 14 de outubro o prazo para a conclusão do inquérito da Operação Alcatraz, que investiga repasse de dinheiro a agentes públicos e fraudes em licitações no governo estadual.

A decisão proferida nesta sexta-feira (30) pela juíza Janaina Cassol Machado atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF). A magistrada justificou a prorrogação citando a existência de diligências pendentes e as dificuldades "diante da quantidade e características do material a ser periciado".

No último dia 15 de agosto, a magistrada já havia concedido de ofício um prazo adicional de 15 dias para a conclusão do inquérito. O Ministério Público Federal (MPF) deu parecer favorável ao pedido de prorrogação.

Novas denúncias do MPF

Nesta semana, o MPF apresentou mais duas denúncias contra outras seis pessoas investigadas na operação. Os suspeitos foram denunciados pelos crimes de lavagem de dinheiro e fraude em licitação.

As duas denúncias se juntam a outras três que foram apresentadas pelo MPF em 8 de julho. No dia 16 deste mês, a Justiça Federal aceitou denúncia contra 17 pessoas investigadas na Operação Alcatraz, por crimes como fraude em licitação, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

Entenda a operação

A Operação Alcatraz foi deflagrada no dia 30 de maio de 2019 e investiga repasse de dinheiro a agentes públicos por parte de empresas de mão de obra terceirizada que atuam no sistema prisional do governo do Estado e também fraudes em licitações que ocorreriam para compra de produtos de tecnologia também no governo estadual.

No dia da deflagração, a operação cumpriu 11 mandados de prisão – sete preventivas e quatro temporárias. Desses investigados, uma mulher está em prisão domiciliar e outros sete investigados também continuam detidos: seis na Penitenciária da Agronômica, em Florianópolis, e uma em São Paulo.

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