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    Kit para comemorar aniversário em casa é estratégia de empresa de Xanxerê, no Oeste catarinense

    Em meio à quarentena, empresa busca novas formas de gerar lucros e manter funcionários empregados 

    28/05/2020 - 15h13

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    Por Estúdio NSC
    Kit para comemorar aniversário em casa é estratégia de empresa de Xanxerê
    (Foto: )

    As tão aguardadas festas de aniversário, planejadas nos mínimos detalhes, com decoração temática, doces e salgados e lembranças personalizadas, ficaram em segundo plano em função da pandemia da Covid-19. Para quem tem filhos, foi preciso lidar com a frustração deles ao cancelar as comemorações. A situação é delicada para as famílias e, ainda mais, para as empresas de eventos que sofrem com os impactos econômicos da pandemia.

    — Nos últimos dois meses foram cancelados todos os eventos, devolvido aos clientes os valores pagos antecipadamente e os contratos que estavam em negociação não foram efetivados. Porém, o que nos preocupa é não ter previsão para retomar as atividades, principalmente porque temos quatro funcionários diretos e três indiretos — relata a sócia-proprietária da Labibi Festas e Eventos e da Labibi Personalizados, Simoni Francelise Zanin Scapin, de Xanxerê, no Oeste catarinense.

    Ao lado do marido Welinton Luis Semprebom, Simoni trabalha desde 2013 com a confecção de lembranças de aniversários e casamentos, além de produtos personalizados. Em janeiro deste ano, o casal decidiu ampliar as opções de atuação ao adquirir um espaço para a Casa de Eventos, com capacidade para 120 convidados.

    — Ninguém imaginaria o cenário que vivemos com a pandemia. Chegamos ao ponto de pensar em demitir todos os funcionários e de trabalhar apenas em dois para a produção de alguns brindes. Neste ponto, começamos a procurar na internet inspirações para adaptar em nossos negócios. Assim surgiu a Caixa Box: sua festa em casa — relata o empresário.

    O casal elaborou alguns protótipos para definição da embalagem adequada e os produtos que integrariam os kits. Para validar a ideia os empresários buscaram orientações do programa Agentes Locais de Inovação (ALI), do Sebrae/SC.

    — A partir das dores e das necessidades dos clientes, buscamos validar um novo produto, que ganhou o nome de Caixa Box e, então, começamos a divulgar. Teve uma boa aceitação e já tivemos vendas, mas não como esperávamos, até porque as pessoas estão priorizando apenas os produtos essenciais. Assim, o que tem nos mantido nesse período é a produção de máscaras personalizadas, e claro a Caixa Box, que começamos recentemente — comenta Simoni ao agradecer o apoio da entidade na melhoria da empresa, no incentivo para inovações e em estratégias para alavancar as vendas.

    A analista técnica do Sebrae/SC, Marieli Aline Musskopf, enfatiza que na região oeste o programa ALI atende 60 empresas com o objetivo de promover a prática continuada de ações de inovação nas empresas de pequeno porte a partir de orientação proativa, gratuita e personalizada.

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