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Outubro Rosa

Laine Valgas: série especial apresenta depoimentos de mulheres guerreiras na luta contra o câncer

Especial vai ao ar a partir desta semana

05/10/2015 - 05h11

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Por Redação NSC
Momento de parar e repensar a vida
Momento de parar e repensar a vida
(Foto: )

Meu fim de semana foi mais um daqueles valiosos momentos para parar e repensar a vida! Tive o prazer de produzir, junto aos amigos da RBSTV, uma série de depoimentos com mulheres guerreiras, em pleno tratamento do câncer, que vão ao ar a partir desta semana, numa homenagem especial da emissora.

Muito mais do que uma entrevista, tive uma aula com Dolaines, Cláudia, Julieta e Ronilda. Cada uma com sua história particular e todas com um desafio em comum: enfrentar o que amedronta qualquer pessoa.

Sim, elas também tiveram medo, choraram, espernearam, sofreram... mas souberam renascer e estão aí, "vivas da silva", pra nos ensinar como isso é possível.

Contando ninguém acredita!

Dona Julieta e Cláudia, mãe e filha (as duas da direita na foto), vivem o desafio duplamente: as duas têm câncer de mama e Cláudia está quase dando à luz. "Nem imaginas o que é fazer quimioterapia com um bebê no ventre. Mas ele é meu anjo, é quem me dá força e vontade de continuar a viver e eu vou muito longe ainda", afirma. Ronilda, a loira do meio, superou o câncer de mama e acaba de operar um de pulmão. "Não me entrego! O segredo é viver um dia de cada vez. Se uma nova complicação aparece, eu ergo a cabeça e enfrento, sou dura na queda", diz.

Já Dolaines, a primeira da esquerda, depois de vencer o câncer de mama, enfrenta agora a metástase (quando atinge outros órgãos) e, por incrível que pareça, é a pessoa mais animada e otimista que já conheci nos últimos tempos.

"O câncer não vai me matar, eu vou matar o câncer!", decreta ela.

O alerta

Quando eu pensei que fossemos falar da importância do autoexame, Ronilda disparou: "autoexame já é coisa do passado, Laine. As mulheres precisam focar na mamografia, no ultrassom, a cada seis meses. Quando você sente algo nos seios, se tocando, é por que a situação já está mais avançada", explica. "Se eu pudesse voltar no tempo, teria me dado mais tempo, me cuidado mais, me respeitado mais. Achei que isso nunca fosse acontecer comigo. Que outras mulheres se deem conta antes, pra não precisar passar por isso depois", alerta Dolaines.

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