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Manifestantes realizam ato em Joinville contra a reforma da Previdência e cortes na educação

Na praça da Bandeira, eles participam de uma mobilização nacional

13/08/2019 - 11h41

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Redação
Por Redação AN
Manifestantes se reuniram na manhã desta terça-feira
Manifestantes se reuniram na manhã desta terça-feira
(Foto: )

Manifestantes se reuniram na manhã desta terça-feira na praça da Bandeira, em Joinville, no dia nacional de luta contra a reforma da Previdência e em defesa da educação pública. Mesmo sob chuva, eles realizaram o ato com a participação de estudantes, entidades de classe e sindicatos.

O coordenador regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte-SC), Adriano Mosnerowcz, explicou que a intenção dos manifestantes era protestar contra os cortes de verbas na educação pública no Brasil e chamar a atenção da população para os impactos.

— Já temos sentido os reflexos em institutos federais, na educação básica e em setores estratégicos, como alimentação, pesquisa e extensão. Não dá para deixar a situação como está porque a educação é um direito e não tem sido tratado desta forma pelo governo — afirmou.

Um dos sindicatos presentes na mobilização foi o dos metalúrgicos. O vice-presidente Wanderlei Monteiro disse que a ideia da manifestação também era de fazer uma defesa da aposentadoria. Segundo ele, a previdência está sendo atacada com a proposta da nova reforma, que foi aprovada na Câmara dos Deputados e agora começará a ser analisada pelo Senado.

Wanderlei afirmou que a reforma não vai salvar a economia brasileira e nem gerar novos postos de trabalho. Isso porque os homens terão de trabalhar até 65 anos e as mulheres até 62 anos. Segundo ele, as indústrias não vão contratar pessoas com mais de 60 anos.

— Se a reforma passar, vamos criar uma geração de idosos miseráveis porque não vai ter trabalho. Se hoje já não tem trabalho para quem tem mais de 30 anos, imagina para quem tem 60 — salientou.

Segundo a Prefeitura, foram registradas 261 ausências de servidores na manhã desta terça-feira, sendo a maioria na área de educação. Mesmo assim o atendimento foi mantido. De acordo com o Sinte, nenhuma escola teve prejuízos em razão da ausência dos profissionais envolvidos na manifestação.

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