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    Marco Luque: "Tenho um humor leve, que pode juntar a família inteira para assistir junto"

    Em entrevista, comediante fala sobre seu sucesso no "Altas Horas" e sobre o lançamento de seu stand-up "Tamo Junto" na Netflix

    14/06/2017 - 07h09 - Atualizada em: 21/06/2019 - 21h48

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    Por Redação NSC
    (Foto: )

    Com personagens como o motoboy Jackson Faive, o taxista santista Silas Simplesmente, a empregada Mary Help e o rastafári Mustafary, o comediante Marco Luque tem feito sucesso desde que começou a ter participação fixa no Altas Horas, programa exibido pela RBS TV aos sábado e comandado por Serginho Groisman. Mas é de cara limpa que o humorista protagoniza Tamo Junto, seu show de stand-up que estará disponível na Netflix a partir desta quinta-feira. Sem seus personagens, Luque produz um humor na atração no qual brinca com diversos temas do cotidiano.

    — No stand-up tem essa possibilidade de você poder tratar de assuntos do comportamento do ser humano, do dia a dia, além de relacionamentos. Falo muito sobre filmes, bichinho de estimação, entre outros — relata o comediante de 43 anos em entrevista à Zero Hora por telefone.

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    Sem entrar em polêmicas, Luque costuma fazer humor com apelo popular, que, segundo ele, pode ser apreciado por crianças e idosos.

    — Tenho um humor leve, que pode juntar a família inteira e assistir junto. Seja um moleque de 10 anos ou um tiozão de cem. É uma comédia que você sente bem. Muitas vezes eu ponho uma mensagem positiva, para cuidar do planeta e do próximo — garante.

    Foi este humor leve que ajudou Luque a viralizar no ano passado fora do Brasil. Em vídeo no qual interpreta Mustafary, ele encontrou um cão vira-lata na praia e o chamou de "ser humaninho". Porém, o cachorro passou a atacá-lo, e o personagem passou a se referir ao animal como "demônio".

    Antes de tornar-se comediante, Luque conta que trabalhou como garçom e palhaço para pagar a faculdade de artes plásticas. Como palhaço, começou a atuar com comédia no teatro e a fazer sucesso no espetáculo de humor Terça Insana. Em 2008, entrou para o programa Custe o Que Custar (CQC), na Band, no qual seria integrante durante sete anos. Mas foi a partir de 2016, no Altas Horas, que Luque passou a viver seu melhor momento na carreira.

    — Agora estou tendo espaço na maior emissora do país, onde posso fazer um trabalho meu, dos meus personagens. Juntei no Altas Horas a minha experiência de oito anos de TV com o CQC com a minha experiência de palco com os personagens, desde a época do Terça Insana. No momento, não tenho pretensões de mudar dentro da televisão. Quero fazer cada vez melhor o Altas Horas — ressalta o humorista.

    Além da televisão, Luque irá protagonizar a comédia romântica O Homem Perfeito ao lado de Luana Piovani. Com direção de Marcus Baldini, o longa ainda não tem data de estreia.

    — A galera terá muita chance de se identificar. Falamos muito de como as redes sociais interferem na nossa vida no dia a dia, nos relacionamentos. Foi um filme muito gostoso de fazer. Estou apostando que vai fazer um barulho legal — destaca.

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