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Hugue Studio Clinic apresenta

Micropigmentação capilar: conheça o tratamento que é alternativo às cirurgias invasivas

Técnica de pigmentos é realizada em clínicas e ameniza a calvície, além de melhorar a autoestima

29/11/2019 - 15h00 - Atualizada em: 29/11/2019 - 15h01

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Estúdio
Por Estúdio NSC

Há cerca de dois meses, Alex Sandro Silva de Quadros decidiu colocar um fim em um dilema que há anos o acompanhava. Incomodado com a calvície, aos 37 anos de idade ele decidiu buscar uma forma de amenizar o problema e recuperar a autoestima.

— Pensei em fazer um transplante capilar, mas vi dar errado em muita gente. Então decidi optar pelo procedimento da micropigmentação, que parecia bem real. Eu já não me sentia bem sem cobrir a cabeça, cheguei até a dormir de boné algumas vezes. Precisava resolver isso — comenta Alex Sandro, que ficou extremamente satisfeito com o resultado.

— Aqui onde eu trabalho todo mundo ficou impressionado e dois colegas vão fazer também. Gostei muito do resultado final — destaca.

micropigmentação capilar
Alex Sandro pós tratamento
(Foto: )

O procedimento é uma das principais alternativas às cirurgias e tratamentos invasivos. Com técnicas específicas a micropigmentação capilar se destaca por ser um procedimento capaz de simular com perfeição o crescimento capilar, graças a evolução da técnica conhecida como pontilhismo tridimensional, que aplica mais de mais de 20 mil micropontos na camada superficial da derme.

— São aplicadas técnicas diferentes em cada sessão. Entre elas se destaca a colorimetria, responsável por garantir que o pigmento seja exatamente da cor original do cabelo. O pontilhismo degradê, com micropontos na camada superficial da derme, deixa com a impressão natural de densidade. Por último, o efeito tridimensional, comercialmente conhecido como efeito 3D, simula novos fios nascendo no bulbo capilar— comenta o dermopigmentador paramédico, especialista em micropigmentação capilar, Hugue Paiva.

Para tanto, são necessários cerca de 20 dias de tratamento, em três sessões. No primeiro momento, com base em estudos de visagismo, o especialista faz as marcações e a colorimetria. Depois de sete dias, tempo necessário para cicatrização da pele, é realizada a segunda sessão, com a cobertura total da área calva.

— Nesse segundo atendimento o paciente já percebe o resultado. Fazemos um trabalho degradê, para ficar bem próximo do natural, aplicando cerca de 20 mil folículos que simulam o crescimento do cabelo — comenta o proprietário da clínica Hugue Studio Clinic.

Antes e depois
Antes e depois de um tratamento com micropigmentação capilar
(Foto: )

Na terceira etapa, depois de 14 dias, é finalizado o efeito 3D, com uma carga maior de pigmentos e movimentos, que impressionam pela riqueza de detalhes. Segundo o dermopigmentador, o processo precisa de pausas para que a técnica seja aplicada em uma pele reconstruída.

— Diferente da tatuagem essa é uma aplicação mais técnica , apenas na camada superficial da derme. É uma observação importante, por isso que é essencial que esse procedimento seja realizado por especialistas, pois a linha entre o acerto e o erro é muito tênue Na nossa cabeça passam cerca de 80% da circulação sanguínea do nosso corpo e, se o pigmento entrar em contato com a corrente sanguínea, vai borrar e ficar com um efeito artificial. Por isso, usamos uma técnica diferente, bem como pigmentos, agulhas e demógrafos específicos, garantindo assim um resultado natural — destaca.

Tratamento para homens e mulheres

Com resultados rápidos e praticamente indolor, o tratamento é indicado independentemente do nível de calvície e falhas capilares. Segundo Hugue, 90% das pessoas que procuram pelo procedimento são homens, mas as mulheres também optam pela aplicação para trazer a aparência de volume.

— Muita gente ainda usa prótese capilar quando quer evitar procedimentos cirúrgicos, mas ela abafa o couro cabeludo e, além da sensação de calor, traz alguns riscos à saúde da pele. Por isso está aumentando muito a procura pela micropigmentação capilar — comenta Hugue.

Ainda que não haja contraindicações, o tratamento precisa de cuidados específicos pós-procedimento. O especialista indica uma pomada de cicatrização para ser aplicada durante cinco dias, além de orientar a proteção solar. Para o ponto não expandir, causando o efeito de borrado, Hugue também indica que seja evitado praticar exercícios físicos durante esse período.

— O próprio suor pode borrar o procedimento, então é indicado que o paciente evite inclusive a exposição ao sol — finaliza Hugue Paiva.

O procedimento é de caráter definitivo, mas pode ser necessário fazer retoques, em média, a cada cinco anos para eliminar o efeito desbotado. Além disso, Hugue garante retoques, caso seja necessário, durante os três primeiros anos.

Saiba mais sobre o tratamento e agende uma consulta de avaliação.

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