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Mulheres são presas por aplicar golpe do "boa noite, Cinderela" em idosos no Norte de SC

Polícia Civil de Itaiópolis registrou pelo menos oito casos desde fevereiro

23/05/2019 - 11h42 - Atualizada em: 23/05/2019 - 19h13

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Redação
Por Redação AN
Polícia Civil de Itaiópolis registrou pelo menos oito casos do crime desde fevereiro
Polícia Civil de Itaiópolis registrou pelo menos oito casos do crime desde fevereiro
(Foto: )

Duas mulheres foram presas suspeitas de aplicar o golpe do "boa noite, cinderela", na região Norte de Santa Catarina. De acordo com o delegado Cassiano Tiburski, responsável pelas investigações, a apuração começou em fevereiro quando a polícia passou registrar casos em que as pessoas eram sedadas e depois roubadas. Foram registrados pelo menos oito casos no período.

As mulheres induziam os idosos a ingerirem bebidas contendo a substância. Inicialmente, a droga causa tontura e desorientação. Em poucos minutos, provoca inconsciência. Segundo o delegado, os homens retiravam saques em agências bancárias da cidade após serem dopados. Depois eram levados para locais pouco movimentados, como o interior de igreja ou bares vazios. Então, as criminosas furtavam os valores sacados.

A suspeita é que uma das mulheres tenha participado mais ativamente do crime, e a outra de apenas um. Em muitos casos, após o roubo, elas abandonavam as vítimas em lugares desertos, onde ficavam inconscientes por várias horas. Apesar das investigações começarem logo após os primeiros registros, segundo Tiburski, houve dificuldade para localizar a pessoa responsável pelo golpe, já que as vítimas não se lembravam do que havia acontecido por causa do efeito da droga.

Para corroborar com as apurações, a polícia teve acesso a um vídeo de câmeras de monitoramento de um estabelecimento comercial. Com as imagens foi possível traçar o perfil da suspeita, durante as apurações, a polícia ainda identificou a segunda suposta participante de um dos crimes.

As suspeitas, de 51 e 65 anos, foram interrogadas e conduzidas ao Presídio Regional de Mafra. De acordo com o delegado, podem existir outras vítimas que ainda não registraram as ocorrências.

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