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Proteja-se 

O que é mito e verdade sobre a vacinação contra a gripe 

Vacinação na rede pública segue até o dia 31 de maio

11/05/2019 - 15h16 - Atualizada em: 11/05/2019 - 15h36

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Redação
Por Redação Santa
(Foto: )

A campanha nacional de vacinação contra a gripe, do Ministério da Saúde, acaba de completar 21 anos de criação. Mesmo assim, as dúvidas em torno da imunização são frequentes. A Organização Mundial da Saúde considera a gripe um dos grandes desafios da saúde e aponta a vacina como a maneira mais eficaz de prevenir a doença, aliada à etiqueta respiratória e hábitos saudáveis.

Para esclarecer algumas dúvidas e mitos em torno da dose que protege contra o vírus Influenza, confira abaixo as perguntas mais comuns entre os brasileiros e suas respectivas respostas. Lembre-se: a campanha na rede pública segue até o dia 31 de maio em todo o país.

Têm direito a imunização gratuitamente trabalhadores de saúde; povos indígenas; mulheres até 45 após o parto; pessoas a partir dos 60 anos; professores; portadores de doenças crônicas; população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional, além das gestantes e crianças de seis meses a menores de seis anos.

A vacina da gripe causa a doença?

Não, porque na vacina estão apenas fragmentos do vírus Influenza morto, os chamados antígenos. Assim, a dose possui algumas proteínas específicas que ajudam o sistema imunológico a produzir anticorpos.

Quanto tempo demora para a vacina fazer efeito?

De duas a três semanas. Esse é o tempo que o corpo humano precisa para produzir uma boa quantidade de anticorpos contra o vírus. É importante lembrar que, durante esse tempo, ainda é possível pegar gripe. Por isso, muitas pessoas fazem a associação da infecção com a vacina.

A vacina garante mesmo a proteção?

Sim, a vacina é uma imunização ativa, a qual contém antígenos que estimulam a produção de anticorpos pelo corpo. Segundo dados do Ministério da Saúde, a vacina é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações e óbitos. Contudo, em poucos casos, a vacinação pode causar febre baixa e dores no local da aplicação.

Por que precisamos tomar a vacina todos os anos?

Porque os subtipos do vírus da gripe sofrem mutações constantes, então a composição da vacina também é modificada. Em 2019, a dose produzida protege contra os três subtipos do vírus da gripe. Esses foram os que mais circularam no Hemisfério Sul no último ano: H1N1, H3N2 e um subtipo do tipo B, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

Qual a diferença entre a vacina trivalente e a quadrivalente?

A vacina trivalente é composta por 3 subtipos do vírus Influenza: H1N1, H3N2 e um subtipo da tipo B, o Victoria. Já a dose quadrivalente é composta pelos mesmos três componentes presentes na trivalente e mais um subtipo B, o Yamagata.

Quem está com gripe pode tomar a vacina na campanha?

Segundo médicos, é melhor evitar. Se a dose for aplicada em um doente que piore ao longo das três semanas, período que a vacina demora para fazer efeito, será mais difícil identificar o quadro. Ou seja, se ele tem relação com a vacina ou com o agravamento da infecção. Contudo, quadros leves, como um resfriado, não contraindicam a imunização.

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