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"O que era possível a gente fez", rebate presidente do Metrô após rebaixamento no Catarinense

Valdair Matias disse que atrasos de salários e deslocamento de atletas para treinos com carros particulares "não podem ser desculpa" para segundo rebaixamento do clube em três anos

07/04/2019 - 19h41 - Atualizada em: 07/04/2019 - 19h42

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Jean
Por Jean Laurindo
Presidente do Metropolitano rebateu críticas e disse que é preciso "fazer um novo projeto"
Presidente do Metropolitano rebateu críticas e disse que é preciso "fazer um novo projeto"
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O presidente do Metropolitano, Valdair Matias, rebateu as críticas feitas à organização e à estrutura oferecida pelo clube após o segundo rebaixamento do clube em três anos no Campeonato Catarinense. O dirigente avaliou que o rebaixamento foi algo “construído durante todo o campeonato” e disse que o time levou azar em alguns jogos, o que o fez perder pontos preciosos. Matias também ressaltou dívidas que teriam sido herdadas da gestão anterior e disse que o desafio agora é reunir a diretoria e preparar outro projeto para o ano que vem.

Matias também alegou que o time teve dificuldade para reconstruir o elenco após dispensas feitas no fim do primeiro turno e que essa remontagem do elenco dificultou a reação na segunda fase do campeonato. O dirigente negou qualquer possibilidade de desativação do departamento de futebol e também rebateu as críticas sobre a estrutura do clube, o atraso de salários e o deslocamento de atletas por meio de serviços de aplicativo.

– Sabemos de clubes que ficaram com três, quatro meses de salários atrasados e não caíram. A estrutura não é desculpa. Em todos os jogos a gente fez concentração, em jogos fora de casa viajávamos um dia antes para ficar em hotel. O que era possível a gente fez. Ir de Uber ou de carro para o treinamento vai prejudicar o rendimento em campo? Isso não é desculpa. Claro que daria um conforto melhor, mas a gente tem que trabalhar com o que tem. Agora tem que conversar e pensar em um projeto novo – indicou.

“O momento exige discernimento e cabeça fria”, ameniza técnico Isaque Pereira

O técnico Isaque Pereira evitou polêmicas. Ele disse que o grupo reagiu bem no duelo deste domingo ao conseguir a virada e se disse contente pelo comprometimento dos atletas na partida. Pereira destacou a motivação de alguns atletas como o próprio Schmoeller e chegou a dizer que, sem essa dedicação, o clube poderia ter sido rebaixado até mesmo antes do fim da primeira fase.

– Teve o jogo contra o Criciúma aqui que poderíamos ter segurado o resultado, mas teve um monte de erros também. O momento agora é de ter cabeça fria, pensar bem, algumas pessoas podem trazer alguma interpretação diferente. O momento exige discernimento e cabeça fria. Precisamos rever alguns pontos para lá na frente a gente aprender e não errar mais – amenizou.

Time blumenauense reagiu e conseguiu virar última partida em casa, mas resultado não foi o suficiente para evitar o descenso
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