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    Sabor Catarina apresenta:

    Orgulho catarinense: produtos de qualidade

    Santa Catarina é referência em produção de proteínas

    17/04/2019 - 15h46 - Atualizada em: 24/05/2019 - 08h55

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    Por Estúdio NSC
    Carne suína
    Orgulho catarinense: carne suína
    (Foto: )

    Com forte presença no mercado internacional e referência quando o assunto é saúde animal, Santa Catarina respondeu por 28,67% do faturamento brasileiro com as exportações de carne de frango no último ano e 51% das exportações brasileiras de carne suína em 2018, se destacando pela qualidade da proteína produzida no Estado.

    ​Sabor Catarina: fique por dentro do agro que alimenta nosso Estado​

    A sanidade agropecuária é o grande diferencial de Santa Catarina e uma das principais justificativas para esses números. O Estado se mantém como a única zona livre de febre aftosa sem vacinação do Brasil, além de zona livre de peste suína clássica, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal. Além disso, foi o primeiro lugar do mundo a implantar a compartimentação da avicultura de corte, certificado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), isolando os aviários e frigoríficos, como um sistema fechado, que é garantia de sanidade animal e segurança alimentar.

    Com esse status, Santa Catarina ganha reconhecimento de mercados exigentes, como Japão e Estados Unidos. A produção para esses países segue rígidas regras de higienização, controle de qualidade, rastreabilidade, acompanhamento desde o nascimento do animal e supervisão de processos.

    Com todo esse controle sanitário ganha a população em geral que se beneficia consumindo um produto de qualidade produzido no próprio estado.

    Fatores genéticos e qualidade

    Mais do que adequação de estrutura e segurança alimentar, Santa Catarina também é referência quando o assunto é a genética da carne, que pode influenciar a qualidade do produto.

    Um dos fatores genéticos que podem influenciar nessa condição de qualidade é o Halotano, ou gene da síndrome do estresse suíno. Os animais que possuem este gene podem apresentar, quando submetidos a fatores estressantes, carne pálida e mole, afetando principalmente o lombo e o coxão mole.

    Para evitar esses prejuízos, são selecionadas linhagens genéticas livres dos genes halotanos, o que confere capacidade genética para produção de carne de excelente qualidade.

    Nutrição

    A nutrição dos suínos também é tendência de pesquisa para o melhoramento da carne catarinense e é um dos principais investimentos na cadeia de produção, com alimentação balanceada e que inclui ingredientes certificados para uso na alimentação animal, com controle de qualidade e da composição para atender totalmente às necessidades de nutrientes dos suínos em cada fase da vida.

    O grande enfoque de pesquisas na área de nutrição de suínos é o conhecimento e manipulação do microbismo intestinal com alimentos de alta digestibilidade, visando a eliminação do uso de antibióticos.

    Com avanços da biotecnologia, percebe-se a nutrição como ferramenta para redução da excreção de nutrientes, maior eficiência na utilização dos alimentos e redução no desperdício de alimento.

    Sabor Catarina
    O agro que alimenta nosso Estado
    (Foto: )

    Reflexos da qualidade na produção

    Com todo esse cuidado e detalhamento em cada etapa de produção, os reflexos não poderiam ser diferentes: a qualidade da carne.

    A carne suína é melhor opção do que muitas outras carnes em termo de calorias, colesterol e gordura. As pesquisas em nutrição e melhoramento genético foram responsáveis por permitir a produção de carnes magras e mais saudáveis.

    Além de ter cortes tão ou até mais magros que a carne de frango, é uma importante fonte de vitaminas e minerais, como a concentração de vitaminas do complexo B e fonte de fósforo, potássio e zinco.

    Com uma quantidade elevada de niacina, popularmente conhecida como vitamina B3, essa carne também é capaz de melhorar o processo de digestão e remover toxinas do organismo. Já a altíssima concentração de potássio ajuda a evitar câimbras e confusões mentais. Esse tipo de carne também contém leucina, lisina e valina, que são aminoácidos essenciais para auxiliar no fortalecimento e na manutenção do sistema imunológico, ajudando no tratamento de doenças ou na prevenção delas.

    Alimentação saudável

    Os benefícios da qualidade da carne suína são valorizados e explorados na culinária. A preparação das peças mais magras, como o lombo, filé mignon e pernil, é combinada com temperos capazes de ativar o metabolismo e recuperar as proteínas necessárias para a produção de massa magra.

    É importante conhecer a variedade de cortes da carne suína para adequar a alimentação em dietas saudáveis. Em conteúdos como este, com a entrevista de um chef de cozinha, é possível montar um cardápio diário com todos os nutrientes para uma alimentação equilibrada.

    ​​Conteúdo patrocinado pelo Icasa e produzido pelo Estúdio NSC Branded Content​​​​

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