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Os coadjuvantes que roubaram a cena em"A Força do Querer"

Na trama de Gloria Perez, todos tiveram espaço para brilhar

20/10/2017 - 08h30 - Atualizada em: 21/06/2019 - 21h32

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Por Redação NSC
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Em A Força do Querer, todos tiveram espaço para brilhar. Em meio a três protagonistas fortes, atrizes consideradas coadjuvantes na trama também mereceram papéis de destaque. Os dramas se intercalaram com maestria, sem deixar a famosa "barriga" (período em que a novela se arrasta interminavelmente). A cada semana, uma nova história ganhava lugar, dando fôlego novo a cada capítulo.

Lilia Cabral é conhecida por roubar a cena em qualquer novela, por mínima que seja a personagem. Na trama das nove, o drama de Silvana foi bem estruturado e sempre dava pano pra manga. Enrolada com o vício em jogo, a arquiteta se envolveu nas piores situações, da prisão ao cárcere no morro.

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Longe do horário nobre há uma década, Maria Fernanda Cândida teve um retorno triunfal sobre os saltos de Joyce. A dondoca deslumbrada teve seus momentos de mãe sofredora, mulher traída e até se envolveu em um barraco com a rival Irene (Débora Falabella).

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E por falar em Débora, foi dela a tarefa de ser a grande vilã da história. No entanto, a psicopata se envolveu em situações infantis e clichês, sem grande impacto na vida de seus alvos. A atriz é ótima e aproveitou o pouco que tinha para brilhar em cena. Merecia ter ganho mais destaque, circulando por outros núcleos além da família Garcia.

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É impossível esquecer de Elizângela, arrebatadora como Aurora, a sofredora mãe de Bibi. Conforme o envolvimento da Perigosa com o tráfico crescia, a participação de Elizângela se agigantava, emocionando o público com a dor de uma mulher que via a filha trilhar o caminho errado. A sintonia perfeita entre as duas atrizes transbordou da tela.

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Quem diria que um líder do tráfico cairia no gosto dos telespectadores? Só o carisma de Sabiá e o talento de Jonathan Azevedo explicam esse fenômeno. O bandido "passou a visão", liderou o "bagulho" e ensinou Rubinho a lidar com mulher "pobremática".

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Com apenas oito anos, João Bravo encarou cenas intensas na pele de Dedé, filho de Bibi e Rubinho. O menino chorou pra valer e fez o público se emocionar com seu talento.

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Vale destacar também todo o núcleo de Niterói: os paraenses Abel (Tonico Pereira), Marilda (Dandara Mariana), Nazaré (Luci Pereira) e Edinalva (Zezé Polessa), além da queridona Cândida (Gisele Fróes), mãe de Jeiza.

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Fica aqui também a homenagem às duas fiéis escudeiras da família Garcia, Dita (Karla Karenina) e Zu (Cláudia Mello). Podemos lembrar também das cativantes Simone (Juliana Paiva) e Biga (Mariana Xavier). Enfim, todos brilharam a seu tempo, no tom ideal e deram um show. Ou melhor, quase todos.

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