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Opinião 

Paixão Azurra: alívio no fim, mas muito trabalho pela frente

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha

09/03/2020 - 08h08

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Vinícius
Por Vinícius Bello
avaí
(Foto: )

Foi nos acréscimos que o Avaí conseguiu a sua terceira vitória seguida, a segunda sob comando de Rodrigo Santana. O triunfo por dois a um sobre o Juventus, com o dramático gol de Da Silva no finalzinho do jogo, combinado com o tropeço do Brusque, deixa o Leão ainda com possibilidades reais de terminar a primeira fase na liderança do certame. Todo o contexto faz crer um momento positivo na Ressacada, certo? Mais ou menos.

O cenário da estreia do treinador em Tubarão se repetiu. Mais uma vez o Avaí abriu o placar muito cedo, com Rildo. Porém, depois disso, começou a involução assustadora no futebol da equipe, a ponto de ser completamente dominado pelo adversário dentro de casa. Sem saída de bola e com pouquíssimo combate, o Avaí ficou apenas assistindo a equipe do Juventus trocar passes e conseguir infiltrações por dentro das duas linhas, a ponto de chegar diversas vezes até em superioridade numérica.

Sofremos o empate e no segundo tempo nada mudou, trazendo aflição ao torcedor. O jogo voltou a mudar com a expulsão do jogador adversário, já na reta final. O Leão voltou a pressionar e conseguiu a vitória no finalzinho, com a cara do Avaí.

Rodrigo Santana foi consciente na coletiva. Sabe que o torcedor vê e entende o jogo. Não dá pra querer enganar: o time precisa evoluir muito, e tem pouco tempo para tal. Tem que aumentar a combatividade no meio campo e o sistema de marcação, bem como a saída de bola, em especial os laterais que tiveram atuações particularmente terríveis. Vencer é sempre bom, mas Santana tem um longo trabalho pela frente.

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