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Opinião

Paixão Azurra: arbitragem foi muito bem na final

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha  

23/04/2019 - 07h45 - Atualizada em: 23/04/2019 - 07h41

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Vinícius
Por Vinícius Bello
(Foto: )

Santa Catarina amanheceu inundada de lágrimas ontem. Do Estreito até o Oeste do Estado imperou a passionalidade e o desconhecimento básico das regras do futebol. O choro injustificado tomou conta da própria diretoria do adversário da final, que chegou ao absurdo de pedir anulação da partida. Parece que fizeram um intercâmbio de informações com a Holding Elephant S.A., que repassou como o CNPJ antecessor fez para, em pleno século 21, conseguir um título no tapetão. Obviamente não funcionará, pois o Avaí é o legítimo campeão catarinense de 2019.

O lance

Todo o choro se deve ao fato de que, quando o Avaí já estava vencendo nas penalidades por 4 a 2 – detalhe ignorado pelos praticantes da histeria – a cobrança de Bruno Pacheco ter gerado grande polêmica se entrou ou não no gol. É aquele lance para o “chip” na bola resolver, tecnologia não presente no confronto.

Muitos reclamaram porque Bráulio não foi conferir a imagem, porém, tal qual impedimentos, não é lance para verificação em tela, mas sim deliberação do VAR, que por óbvio não conseguiu concluir se a bola entrou ou não, sendo corretamente validada a decisão de campo.

Estávamos vencendo por quatro a dois! Mesmo se fosse considerado gol, teríamos que perder a cobrança na sequência e a Chape anotar seu gol para levar para alternadas. Ou seja: chororô!

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