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Paixão Azurra: fazer o "normal" não serve ao Avaí

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha    

10/05/2019 - 07h50 - Atualizada em: 10/05/2019 - 07h48

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Vinícius
Por Vinícius Bello
(Foto: )

Se tem uma partida que o Avaí tem obrigação de fazer os três pontos é a de domingo ante o CSA, na Ressacada. Esse consenso de quase decisão nos leva ao debate de quais projeções devemos fazer para conquistar o grande objetivo da temporada: a permanência na Série A.

Nos últimos dias, alguns torcedores consideraram as cobranças ao Avaí excessivas, argumentando que os resultados anteriores foram “normais”. Sob essa ótica, porém, sequer precisamos disputar o campeonato. Seguindo a lógica de poder aquisitivo, já estamos rebaixados. É evidente que a missão é inglória e difícil, e para permanecer necessitamos, justamente, fazer o anormal acontecer. É por isso que o Avaí não pode errar como os demais clubes erram. Nossa margem de erro, para poder alcançar o objetivo, é muito menor, dentro e fora de campo.

Na estreia, enfrentamos um Atlético-MG em crise, que fez um mau jogo e nos deu oportunidades de conseguir pontos. Já na segunda rodada, o Grêmio entrou em campo com apenas quatro titulares, fez péssima partida e, mesmo assim, não conseguimos fazer a vitória. No domingo passado, o Bahia foi o adversário. Confronto difícil, sim, mas uma daquelas equipes que, provavelmente, estarão na parte inferior da tabela ao final. O que deve nortear o Avaí é a oportunidade e conveniência de conseguir os resultados, inclusive os mais surpreendentes. A normalidade, infelizmente, não nos serve.

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