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Opinião

Paixão Azurra: o alto preço da não reposição no gol do Avaí

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha

24/10/2018 - 03h33

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Por Redação NSC
(Foto: )

Após o acesso à Série A de 2016 e a não renovação de um dos principais pilares da vitoriosa campanha naquele ano, o goleiro Renan, a diretoria levou muito tempo para buscar uma reposição. Trouxe o então desconhecido goleiro Douglas, que enfrentava também problemas físicos.

Lógico, a teimosia de Claudinei, naquela época, também influenciou, mas fato é que tivemos que suportar Kozlinski por quase meia temporada na Primeira Divisão. Contando apenas o aproveitamento de Douglas ano passado, teríamos permanecido na Série A.

Não aprenderam

Porém, parece que a diretoria não extraiu absolutamente nada dessa experiência e manteve o fraquíssimo arqueiro para 2018, inclusive chamando de volta de um empréstimo para o Botafogo (SP).

Para piorar, contrataram um atleta semi-aposentado e completamente acima do peso sob a falsa alcunha de reserva de Buffon. Rubinho, apresentado em janeiro dizendo que até o final do mês estaria pronto, sem dizer qual, segue fazendo número no elenco e recebendo salário alto.

Admirada com o óbvio – falhas clamorosas de Kozlinski –, a diretoria teve que voltar a procurar um goleiro e trouxe Aranha. Apesar dos pesares, a contratação gerou uma tranquilidade que mudou o rumo do Avaí na temporada. Ter um goleiro definitivamente importa, e com a lesão de Aranha o pesadelo voltou à meta avaiana. Parece que os dirigentes aguardam que algum milagre aconteça e que Kozlinski de repente convença o torcedor e tenha grandes atuações. Será que insistirão no erro para 2019?

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