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Opinião 

Paixão Azurra: saída de bola é a chave para a evolução

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha

05/03/2020 - 07h33

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Por Vinícius Bello
avaí
(Foto: )

Aproximando-se do confronto de domingo diante do Juventus de Jaraguá, o Avaí segue focado em alcançar um melhor desempenho na temporada. Apesar da vitória na última segunda-feira contra o Tubarão, a sensação que ficou foi de que a equipe ainda precisa evoluir muito para chegar em um nível aceitável.

Fizemos dois gols no início da partida e, depois disso, apenas o adversário jogou. Um adversário de baixo nível técnico, com média de idade ínfima, e ainda assim o Avaí teve míseros 35% de posse de bola aproximada. Muito pouco para o elenco que tem.

Mas, afinal, por que o Avaí não consegue desempenhar? A principal causa que se pode observar nas últimas partidas foi a precariedade na saída de bola, do primeiro para o segundo terço. Nesse sentido, a participação dos laterais tem deixado muito a desejar, tanto Capa quanto Lourenço, sem dar sequência efetiva as jogadas.

Por dentro, o mesmo problema. Bruno Silva é o único jogador que desempenha bem a saída naquele setor de campo. Não se pode dizer o mesmo do substituto Wesley, que também erra muito na saída de bola. Para conseguir ser ofensivo e propor jogo, Rodrigo Santana terá o desafio dele melhorar urgentemente a saída de bola avaiana.

Presidente

Nessa semana o presidente Battistotti sofreu com uma isquemia em nervo craniano, afetando o seu nervo ocular. O mandatário está em repouso com os devidos cuidados médicos e familiares. A coluna se solidariza e deseja pronta recuperação ao presidente, que logo possa estar de volta às suas atividades no comando do Avaí.

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