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Opinião

Paixão Azurra: sem reforços, Alberto Valentim não fará milagres

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha        

20/06/2019 - 07h45 - Atualizada em: 20/06/2019 - 07h44

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Vinícius
Por Vinícius Bello
(Foto: )

Apresentado, Alberto Valentim demonstrou confiança na recuperação do Avaí. Não poderia ser diferente, claro. Porém, ficou nítida a percepção do treinador de que o elenco será reforçado. Certamente foi uma condicionante para aceitar tamanho desafio. E essa necessidade de reforços é, inclusive, muito mais urgente do que a troca no comando técnico.

O Avaí se reapresenta na próxima segunda-feira para três semanas de preparação em Águas Mornas, um período de treinamentos maior do que a própria pré-temporada, e o ideal é que o treinador já tenha, desde o início do seu trabalho, novos jogadores titulares para trabalhar. Com o elenco que Geninho tinha em mãos, inexiste qualquer hipótese de manutenção na Série A, seja com Valentim ou Pep Guardiola.

A expectativa agora, portanto, é para o anúncio das prometidas contratações de impacto no elenco para que o torcedor possa voltar a sonhar com a permanência.

O estilo

Em 2017, no Palmeiras, Alberto Valentim ganhou destaque pela recuperação da equipe que acabou com o vice-campeonato brasileiro, caracterizada pelas “linhas altas” e futebol ofensivo. No Vasco, porém, ficou caracterizado por corrigir problemas defensivos, e até criticado por estar na “vala comum” do futebol reativo. No Avaí, seu grande desafio será de aumentar a produtividade no ataque. Taticamente, costuma trabalhar com o modelo 4-2-3-1.

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