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Opinião

Paixão Azurra: uma tortura ao torcedor na Ressacada

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha    

13/05/2019 - 07h45 - Atualizada em: 13/05/2019 - 07h42

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Vinícius
Por Vinícius Bello
Daniel Amorim disputando bola com o goleiro
Daniel Amorim disputando bola com o goleiro
(Foto: )

Avaí e CSA entraram em campo com um sentimento em comum: era o jogo a se vencer. A fraqueza técnica do adversário foi confirmada dentro de campo. As duas equipes protagonizaram, talvez, uma das piores partidas da Série A dos últimos tempos. Um vexame que chegou a repercutir nacionalmente. É impossível que os envolvidos não fiquem constrangidos. Não existem desculpas. Temos um elenco pior do que o da Série B do ano passado e com um orçamento maior, e isso é inadmissível.

O jogo

Como previsto, tivemos o domínio do jogo. Controlamos as ações ofensivas, mas a falta de qualidade mínima pra criar jogadas foi determinante. Tanto que nossas principais chegadas (praticamente as únicas) foram com chutes de fora da área. Para ser realista, as duas melhores oportunidades de gol foram do fraquíssimo CSA. Uma pobreza técnica incompatível com quem quer tentar a permanência.

Muletas

Com o elenco que tem em mãos, fica até difícil analisar o trabalho do treinador, mas algumas “muletas” utilizadas não são admissíveis, como só quatro jogadores já atuaram na Série A. Mentira. O problema do Avaí é técnico. Um absurdo tentar nos responsabilizar pelo fraco desempenho.

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