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Opinião

Paixão Azurra: virada do alívio para o torcedor avaiano

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha

24/09/2018 - 04h03 - Atualizada em: 16/10/2018 - 16h43

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Por Redação NSC
(Foto: )

No sábado, dia 22, o Avaí praticamente torturou seu torcedor. Geninho errou feio na escalação, colocando Marquinhos na posição que Rômulo ocupava no 3-4-3, aberto pelo lado esquerdo, algo sem precedentes, equívoco enorme.

Promoveu também a estreia do zagueiro Marcão, mais uma daquelas grandes contratações do departamento de futebol. Com três zagueiros e time pesado, com Marquinhos e Moritz, o Avaí foi dominado pelo fraquíssimo Sampaio Corrêa, que, por sinal, justificou a lanterna. O primeiro tempo foi desastroso – talvez o pior do ano – e o 1 a 0 contra ficou até barato.

Ainda na primeira etapa, Geninho, ao invés de sacar o terceiro zagueiro, colocar um atacante pela esquerda e centralizar Marquinhos, colocou Matheus Barbosa e manteve M10 aberto. O time não evoluiu. O jogo só mudou com as substituições aos 15 e 22 minutos do segundo tempo, quando o treinador sacou Marquinhos e Moritz e impôs velocidade ao ataque avaiano, com Getúlio e Luan Pereira. Aí, sim, com imposição física, o empate e a virada vieram, até mesmo diante da evidente fragilidade do adversário.

Menos, Geninho...

Além das trapalhadas na escalação inicial, o treinador foi para a coletiva cheio de indiretas para torcida e imprensa, com análise tipicamente "resultadista", trazendo para si o mérito da vitória. Errou feio dentro e, desta vez, também fora de campo, algo que inclusive não é normal em sua postura.

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