Localizado na região de Porto Feliz, interior de São Paulo, o Desportivo Brasil se tornou um dos times brasileiros com mais revelações na Copa do Mundo de 2026. A equipe está na quarta divisão do Campeonato Paulista e chegou a ser controlada por um grupo chinês durante oito anos.

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Veja como é a estrutura do pequeno clube paulista

Somente na atual edição do mundial, o celeiro paulista de craques conta com o meia Éderson e o zagueiro Bremer, ambos da Seleção Brasileira, e o meia Maurício, convocado pela seleção do Paraguai.

Desde 2020, o Desportivo faturou mais de R$ 120 milhões com vendas de jogadores. Além do trio da Copa, também negociou nomes como Diego Carlos (Aston Villa), Kevin (Fulham e ex-Palmeiras) e Rodrigo Muniz (Fulham e ex-Flamengo).

Antes da Copa do Mundo, grupo chinês controlou o clube por oito anos

Conhecido como Dragão Chinês, o Desportivo Brasil é um clube-empresa que pertence ao Shandong Taishan, da China. De 2014 a 2022, o DB foi controlado pela empresa Luneng, que dava o nome ao time chinês. Desde 2023, o clube de Porto Feliz passou a ficar no guarda-chuva da Secretaria de Cultura e Turismo de Jinan, que administra o Shandong.

Segundo o ge, desde 2022, o clube de Porto Feliz se tornou autossuficiente e passou a não depender mais do dinheiro chinês. O custo anual do projeto é R$ 15 milhões. Em todos os últimos quatro anos, o Dragão Chinês fechou com lucro.

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