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Pequenos Grandes Talentos apresenta Pablo Rossi

Segundo episódio da série conta a história do jovem de São José que descobriu que queria ser pianista aos seis anos de idade

19/07/2019 - 07h24

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Por Priscila Araújo
Músico gravou o primeiro CD aos 11 anos
(Foto: )

Um casal, três filhos, uma residência simples e a situação financeira delicada. Diante desse cenário que aos seis anos, Pablo Rossi descobriu e afirmou que queria ser pianista. A certeza? Veio de um panfleto sobre instrumentos musicais.

O segundo episódio da série Pequenos Grandes Talentos, que vai ao ar manhã, às 14h, produzida pela TVi em parceria com a NSC TV conta a história do garoto de São José que ganhou o mundo com o seu talento.

O folheto divulgava instrumentos para a venda, mas a mensagem acabou indo muito além do foco principal. Ao ver a imagem de um piano naquele ano de 1995, Pablo rapidamente disparou: “quero tocar”.

Mesmo enfrentando dificuldades o pai Domingo, argentino e filho de imigrantes italianos, e a mãe, Elizete, de família humilde de Joinville não mediram esforços para tornar realidade aquele sonho.

— Eu faço piano clássico, eu sei o quanto foi sofrido, meus pais também, cada ano de vida, cada tentativa de continuar estudando e as vezes eu pensava que talvez eu tivesse que desistir. Então, ter espaço na TV aberta é uma coisa única, que não tem preço. Nós somos privilegiados sim de sermos catarinenses — afirmou o músico.

Sem esquecer de onde veio

Apesar dos obstáculos ao longo do caminho, o sucesso foi alcançado. Nos últimos cinco anos, Rossi ofereceu cerca de 100 recitais na Europa, Estados Unidos, África e América Latina. Apresentou-se em festivais por diversos países como Rússia, Argentina, Itália e Inglaterra. Ministrou masterclasses em universidades, como a Faculdade de Música da UNAM (México) e na Universidad de los Andes (Colômbia).

Natural da região da Grande Florianópolis, ele não esqueceu sua origem.

— Estou há 13 anos morando fora do Brasil e tem gente que tem a pachorra de me dizer “o que você está fazendo no Brasil? Nem gasta tempo aqui”. Eu tenho orgulho de ser brasileiro e tenho orgulho de dizer eu sou barriga verde — declarou o pianista.

Para Rossi, a criação, produção e exibição da série é como uma porta de entrada para os novos artistas do Estado:

— A minha história é a de todo catarinense que se dedica à arte e não mede esforços para conquistar aquilo que vê como meio de vida. É uma oportunidade de mostrar porque a gente só tem um “Pablo”. Garanto que temos potencial de ter 10, 15, melhores que o “Pablo”, mas é preciso justamente isso. Incentivo à cultura. É uma coisa única e merece um reconhecimento extremo a incrível a iniciativa da NSC TV de ter abraçado essa ideia.

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