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Pinho Moreira descarta participação no governo de Moisés e quer trabalhar na reconstrução do MDB

Governador confirma que déficit ao final do ano será inferior a R$ 1 bilhão

30/10/2018 - 12h58

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Por Redação CBN Diário

O governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) promete entregar o governo ao sucessor Carlos Moisés da Silva (PSL), em 1º de janeiro, com um déficit inferior a R$ 1 bilhão. A estimativa em fevereiro, quando assumiu, é que esse valor fosse de R$ 2 bilhões.

— Houve um trabalho intenso de racionalização, eficiência, priorização, fizemos isso em saúde e segurança pública, e o déficit está abaixo de R$ 1 bilhão, atualmente cerca de R$ 700 milhões — afirmou, em entrevista à CBN Diário.

Pinho Moreira disse que, embora tenha votado em Comandante Moisés no segundo turno, não aceitaria um cargo no futuro governo, caso fosse convidado.

— Não é minha intenção nem minha vontade. Devo fazer algumas viagens que estou adiando há muito tempo. É provável que continue militando no MDB, refazendo o partido após o vendaval das últimas eleições. Com 32 anos de vida pública, posso ao menos ser um bom conselheiro.

O governador esclareceu que os R$ 700 milhões da saúde são dívida, que inclui anos passados, e não déficit do exercício corrente.

Pinho Moreira destacou que os indicadores de saúde e segurança melhoraram. Também falou sobre a reforma da Ponte Hercílio Luz, que exigiu uma nova licitação complementar.

— Nunca fui um grande defensor, mas assumi este ano com a obra avançada, e é claro que vou continuar. Isso é questão de responsabilidade. A iluminação da ponte não entrou no orçamento. Como vai entregar sem iluminação, um das atrações turísticas de Santa Catarina? Estamos licitando para, junto com a inauguração da ponte, provavelmente no final do ano que vem, entregar a iluminação, que deve custar R$ 10 milhões.

A SC-401, rodovia mais movimentada do Estado, terá apenas um trabalho emergencial neste finald e ano, para evitar filas no verão. As obras de recuperação ficam para março, com previsão de realização à noite.

Ouça a entrevista:

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