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    Pipa causa falta de energia em mais de 42 mil casas em Joinville

    Pelo menos oito bairros da cidade registraram falta de energia

    31/07/2020 - 12h07

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    Patrícia
    Por Patrícia Della Justina
    Pipa caiu em uma subestação da cidade
    Pipa caiu em uma subestação da cidade
    (Foto: )

    Mais de 42 mil unidades consumidoras ficaram sem energia elétrica na noite da última quinta-feira (30) em Joinville. Conforme a Celesc, o motivo foi uma pipa que caiu na subestação Joinville-Iririú. A confirmação foi feita nesta sexta-feira (31).

     O período de apagão inicou por volta das 19h25 e foi restabelecido às 21 horas. No entanto, desligamentos foram feitos em períodos entre as 21h30 e meia-noite para corrigir danos causados pela pipa e curtos circuitos decorrentes. 

    > Vereadora quer proibir cerol e pipas perto de fiação elétrica em Joinville

    Os bairros mais atingidos foram os da zona Leste de Joinville, especialmente o Aventureiro. Houve registros também no Boa Vista, Comasa, Espinheiros, Iririú, Jardim Iririú, Saguaçu e uma parte da Zona Industrial Norte. 

    - A situação de pipas na subestação Joinville Iririú é um fato recorrente, infelizmente - diz o gerente regional da Celesc, Wagner Vogel.

    O órgão orienta para que a população se afaste das subestações e também das redes de energia elétrica para praticar a solta de pipas. A prática deve ser feita em terrenos livres, de forma segura, principalmente para crianças.

    > Celesc investe R$ 140 milhões no sistema elétrico de Joinville e região

    Além disso, a Celesc também pontua os riscos para equipes que trabalham na retirada de materiais como esses das fiações. 

    - No caso, de ontem a subestação acabou sendo desligada pela Pipa, então a remoção foi com a rede desenergizada. Mas há riscos para as equipes, sim - reforça. 

    Projeto de lei quer proibir pipas próximo a fiações

    Um projeto de lei apresentado na Câmara de Vereadores de Joinville quer proibir o manuseio dos brinquedos em áreas de até 200 metros de fiações elétricas e telefônicas. Uma das principais justificativas do projeto é em razão da possibilidade de eletrocussão em alta tensão, que, em sua maioria, têm crianças e adolescentes envolvidos, como também os prejuízos causados a empresas de fiação que precisam interromper o serviço aos usuários por causa dos cortes dos fios. Além disso, o projeto também propõe a proibição na venda de cerol, linha chilena e produtos cortantes similares. 

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