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Sob investigação

Planalto Norte de SC tem décima morte de macaco com suspeita de febre amarela em 2020

Último animal encontrado foi na quinta-feira (16) em Rio Negrinho

17/01/2020 - 16h23 - Atualizada em: 17/01/2020 - 19h04

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Hassan
Por Hassan Farias
Mosquitos podem transmitir doença ao picar macacos ou pessoas
Mosquitos podem transmitir doença ao picar macacos ou pessoas
(Foto: )

Um macaco foi encontrado morto pela Vigilância Epidemiológica na última quinta-feira (16) no bairro Barro Preto, em Rio Negrinho, no Planalto Norte de Santa Catarina. A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) agora investiga a suspeita de febre amarela como causa da morte.

Segundo a Dive, as vísceras do animal foram coletadas para análise no mesmo dia e apenas os resultados dos exames poderão afirmar a causa do óbito. Este é 10º macaco encontrado morto no Planalto Norte apenas neste ano, sendo o segundo em Rio Negrinho. Nenhum deles ainda teve a causa da morte divulgada porque os exames ainda não ficaram prontos.

Até esta sexta-feira (17), 48 macacos foram encontrados mortos em Santa Catarina com a suspeita de febre amarela, de acordo com a Dive. Entre janeiro e dezembro do ano passado, o Estado registrou 353 casos de primatas mortos em 77 municípios. Seis mortes foram confirmadas por febre amarela, de acordo com a Diretoria.

Ao encontrar um macaco morto, a recomendação é não tocar no animal e acionar a Vigilância Epidemiológica do município. A febre amarela é uma doença grave, transmitida por mosquitos em áreas silvestres e próximas de matas. A única forma de se proteger é por meio da vacinação.

A febre amarela não é transmitida pelos macacos, nem de pessoa para pessoa. A transmissão acontece pelos mosquitos Haemagogus e o Sabethes, que picam os primatas. Nas áreas urbanas, a transmissão acontece pela picada do mosquito Aedes aegypti, segundo a Dive.

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