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    Plano prevê usar até três faixas da outra ponte para liberar trânsito em situações de emergência

    Tempo de mobilização e organização no comando estão entre os pontos fundamentais, segundo diretor da Defesa Civil de Florianópolis 

    09/07/2019 - 15h54

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    Por Redação CBN Diário
    No sábado (6), trânsito ficou travado após problema na ponte Pedro Ivo.
    No sábado (6), trânsito ficou travado após problema na ponte Pedro Ivo.
    (Foto: )

    O plano de contingência das pontes previsto para setembro está focado em aspectos como o tempo de mobilização dos órgãos envolvidos, para dar mais rapidez na resposta, e na organização para definir a cadeia de comando e quem ficará a frente dela, de acordo com a situação a ser enfrentada.

    No último sábado (6), o trânsito da parte continental ficou um caos devido a um problema em uma junta de dilatação sobre a ponte Pedro Ivo Campos. As faixas bloqueadas foram liberadas mais de quatro horas depois, e nenhuma medida foi tomada para escoar o congestionamento nas vias.

    Em entrevista ao programa Direto da Redação, o diretor da Defesa Civil de Florianópolis, Luiz Eduardo Machado, alega que o plano está dentro do cronograma previsto. As reuniões começaram no fim de abril deste ano, com a presença de autoridades municipais e estaduais.

    Ouça a entrevista:

    Nos encontros, foram definidos cenários, com base no histórico de problemas ocorridos, para possíveis saídas que minimizem os impactos. Há a participação de outros órgãos, devido às tubulações que passam pelas pontes, a maior parte das ações planejadas referem-se à mobilidade.

    — Logicamente que uma das principais medidas é o desvio de fluxo. Por exemplo, se a ponte Colombo Salles ficar interrompida totalmente, nós já temos um plano inicial para desviarmos o trânsito para duas ou três faixas da Pedro Ivo, e vice-versa — disse o diretor.

    Ainda segundo Machado, a demora na mobilização foi uma grande dificuldade no último sábado. As conversas, que envolvem Defesas Civis e a Secretaria de Infraestrutura do Estado, tentam facilitar a possibilidade de obtenção de recursos de forma mais rápida para as ações emergenciais.

    — Se, por exemplo, precisar fazer transferência de tráfego para a outra ponte, seriam necessários pelo menos 500 cones e guarnições à disposição. Estamos avançando nisso. É bem provável que os materiais fiquem alocados na Guarda Municipal para que, em cerca de 30 minutos, a gente consiga fazer a inversão de pista — explicou Machado.

    Agora, a expectativa é para que o evento do último sábado acelere, ao menos, a possibilidade de se utilizar faixas da outra ponte, quando necessário. Já o plano de contingência com as alterações, após o fim da restauração da ponte Hercílio Luz, deve ficar pronto no primeiro semestre de 2020.

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