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    Florianópolis

    Polícia Civil tem suspeito de assassinar adolescente nas proximidades da UFSC

    A equipe da DH trabalha para encontrar o suspeito, tomar o seu depoimento, esclarecer dúvidas que persistem na investigação 

    09/06/2018 - 05h19 - Atualizada em: 10/06/2018 - 11h30

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    Por Redação NSC
    Local nas proximidades de onde adolescente foi baleado
    Local nas proximidades de onde adolescente foi baleado
    (Foto: )

    A Polícia Civil de Florianópolis já tem um suspeito de matar o adolescente de 16 anos com um tiro na cabeça em frente aos bares na rua Deputado Antônio Edu Vieira, nas proximidades da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), na madrugada de 2 de junho. O crime aconteceu por volta de 1h, em um trecho em obras na via do bairro Pantanal.

    Titular da Delegacia de Homicídios (DH) da Capital, o delegado Ênio de Oliveira Mattos afirma já ter identificado o suspeito, mas ainda não o localizou. A equipe da DH trabalha para encontrar o autor, tomar o seu depoimento, esclarecer dúvidas que persistem na investigação e então decidir por eventual pedido de expedição de mandado de prisão contra o homem.

    — Já temos o suspeito. Ele ainda não foi localizado — resume Ênio.

    Questionado se o assassinato do menor teve como motivação uma briga generalizada nos arredores de bares e da UFSC, o delegado é cauteloso e avalia "que não dá para dizer ao certo" o que ocorreu. Durante a semana, outra possibilidade ventilada na investigação foi a ocorrência de um assalto, o que não se confirmou posteriormente. Outra linha de investigação trabalhada pela polícia é que o crime tratou-se de uma execução.

    — Temos que adiantar mais a investigação, conversar com mais gente que estava no local no dia dos fatos, para daí poder ter mais clareza do que aconteceu — conclui o delegado Ênio.

    A Polícia Militar, por meio do Copom, registrou uma ocorrência de atropelamento cerca de duas horas antes do assassinato do adolescente, na mesma região composta por bares ao lado da UFSC. A polícia, no entanto, evita fazer relação entre o atropelamento repassado ao Copom, o qual não foi confirmado pelas autoridades, e a morte do adolescente.

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