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    Polícia do DF fecha laboratório de ecstasy em Santa Catarina

    O laboratório, localizado em Palhoça, registrava uma produção mensal de 200 mil comprimidos de ecstasy, vendidos por todo Brasil

    23/07/2019 - 07h17 - Atualizada em: 23/07/2019 - 08h28

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    Por Redação NSC
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    No último sábado, 20, a polícia do Distrito Federal fechou um laboratório de ecstasy e outras drogas sintéticas em Palhoça, na Grande Florianópolis. A investigação sobre o crime teria começado após a morte da estudante Ana Carolina Lessa, 19 anos, em uma rave do DF, em 2018. As informações são do G1 SC.

    Ao chegarem no local suspeito, as autoridades encontraram no laboratório cerca de dois mil comprimidos e cinco quilos de MDMA, matéria prima usada na fabricação de drogas sintéticas. Também havia seis prensas automáticas e um livro de contabilidade, que registrava uma produção mensal de 200 mil comprimidos de ecstasy, vendidos por todo Brasil.

    Segundo informações do delegado Rogério Henrique Rezende Oliveira, foram presos o chefe da quadrilha, dois traficantes e outras seis pessoas, além dos cinco carros importados apreendidos.

    A morte da jovem

    Facebook/Reprodução
    Ana Carolina Lessa, 19 anos, era estudante de enfermagem
    (Foto: )

    Ana Carolina era estudante de enfermagem e após sair para a festa "Arraiá Psicodélico", no sábado, 23 de junho de 2018, só foi encontrada pela mãe e duas amigas perto da meia-noite do dia seguinte, domingo.

    Na segunda-feira, dia 25, a mãe da jovem levou a um hospital, onde tentaram a reanimar, mas a estudante morreu após falência dos rins e duas paradas cardíacas.

    Na época, a mãe e as amigas da universitária disseram que Ana Carolina foi vítima: "Ela pode ter usado drogas ou ter ingerido substâncias alucinógenas sem saber".

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