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Crime passional

Polícia do Rio confirma morte de embaixador da Grécia e pede prisão de viúva 

Embaixatriz e policial militar seriam amantes e teriam planejado o crime contra Amiridis, encontrado morto em carro na quinta-feira

30/12/2016 - 10h05 - Atualizada em: 21/06/2019 - 22h11

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Por Redação NSC
Embaixatriz Françoise Amiridis foi levada à delegacia para prestar depoimento aos investigadores
Embaixatriz Françoise Amiridis foi levada à delegacia para prestar depoimento aos investigadores
(Foto: )

A Polícia Civil confirmou a morte do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, de 59 anos. O corpo do grego foi encontrado num carro carbonizado e abandonado no Arco Metropolitano, anel viário da Região Metropolitana do Rio, na entrada de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

A motivação do crime teria sido passional. Segundo o telejornal RJTV, da TV Globo, o delegado responsável pelas investigações já pediu à Justiça a prisão de quatro pessoas que teriam planejado o assassinato, entre elas a mulher brasileira do diplomata, a embaixatriz Françoise de Sousa Oliveira Amiridis, e o policial militar Sérgio Gomes Moreira Filho. O policial teria um relacionamento amoroso com Françoise. Os outros dois suspeitos do crime não tiveram os nomes revelados.

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A versão inicial, segundo a qual o diplomata teria saído sozinho em um carro que alugara, seria mentirosa. A vítima teria sido morta na casa onde estava, em Nova Iguaçu, e seu corpo retirado de madrugada.

Kyriakos Amiridis durante cerimônia de apresentação de Credenciais dos Embaixadores Residentes em Brasília, em maio
Kyriakos Amiridis durante cerimônia de apresentação de Credenciais dos Embaixadores Residentes em Brasília, em maio
(Foto: )

O embaixador estava desaparecido desde a última segunda-feira, mas a mulher dele só notificou a polícia 48 horas depois de seu sumiço. O casal morava em Brasília, mas desde 21 de dezembro estava em férias na cidade da Baixada Fluminense, onde mora a família de Françoise. Eles viveram juntos durante 15 anos e tinham filha de 10 anos.

Amiridis assumiu o posto de embaixador da Grécia no Brasil em janeiro passado. Entre 2001 e 2004, havia sido cônsul-geral da Grécia no Rio. Sua carreira diplomática começou em Atenas, em 1985, e inclui passagens pela Sérvia, Bélgica, Holanda e Líbia.

O policial militar suspeito de ter cometido o crime prestou depoimento. A polícia realiza nova perícia no carro alugado pela vítima, além de um sofá e material de câmeras de segurança.

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