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Prefeito entrega em regime de urgência o projeto de reforma administrativa em Blumenau

Proposta foi defendida por Mário Hildebrandt nesta quinta na Câmara de Vereadores e tem limite de 45 dias para tramitar no Legislativo

16/05/2019 - 17h40 - Atualizada em: 16/05/2019 - 17h44

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Gabriel
Por Gabriel Lima
Mário Hildebrandt defende projeto na tribuna da Câmara de Vereadores
Mário Hildebrandt defendeu o projeto na tribuna da Câmara de Vereadores.
(Foto: )

O prefeito de Blumenau, Mário Hildebrandt (sem partido), entregou na tarde desta quinta-feira (16) o projeto da segunda fase da reforma administrativa. O chefe do Executivo municipal esteve na Câmara de Vereadores defendendo a proposta na tribuna e fez a entrega simbólica para a Mesa Diretora.

O projeto foi entregue em regime de urgência e tem limite de 45 dias para tramitar no Legislativo. Mario Hildebrandt afirmou que o prazo é adequado para que os vereadores tenham condição de analisar o projeto e buscar uma boa condição para aprovar a segunda etapa da reforma, que prevê economia de R$ 14,1 milhões até o fim de 2020.

— Quanto antes a Câmara tiver condição de fazer a avaliação, mais rápido poderemos entregar os resultados à comunidade e maior será a economia, já que poderemos extinguir antes os cargos para reestruturar a questão administrativa da cidade — comentou o prefeito após a entrega.

Haverá, ainda, uma terceira parte da reforma administrativa, detalhando concessões de espaços públicos, assinatura de parcerias público-privadas e divulgação de procedimento de manifestação de interesse. A proposta estava prevista para o fim de maio, mas há possibilidade de que seja adiada para junho.

Detalhes da viagem a Brasília

Durante a apresentação, o prefeito também detalhou as ações feitas nos últimos dois dias durante viagem a Brasília. Ele voltou a criticar a Secretaria Nacional de Aviação Civil por não ter cadastrado uma emenda impositiva que garantia recursos para o balizamento do Aeroporto Quero-Quero, em Blumenau.

Também destacou que esteve no Tribunal de Contas da União (TCU) justificando a retirada do projeto da Ponte Norte-Sul, que não teve aprovação de recursos, e garantir que a verba seja aplicada em outras obras no município. Por fim, passou nos gabinetes de deputados e senadores catarinenses para buscar apoio e investimentos em Blumenau.

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