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    Prefeitura de Itajaí entrega mais 40 casas no Loteamento Dona Mariquinha

    Projeto começou a vigorar em 2002 e até o momento apenas duas etapas foram cumpridas

    17/07/2013 - 08h59

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    Por Redação NSC
    (Foto: )

    A prefeitura de Itajaí concluiu a construção de mais 40 casas do Loteamento Dona Mariquinha, no Bairro Cidade Nova. As casas geminadas foram entregues na manhã desta quarta-feira e têm 32 m² divididos entre dois quartos, sala e cozinha conjugadas e banheiro.

    Rua José Domingos Mafra, nº 465, lote 18, Cidade Nova. Este é o novo endereço de Anita das Neves Machado Pinto, uma das beneficiadas. A dona de casa de 48 anos, morava com o marido e seis filhos em uma área de invasão. Agora ela pode dizer que tem um lar.

    - Vou poder montar meus móveis novos que estou guardando há dois anos na caixa, e arrumar minha casinha do jeito que sempre sonhei. Nem acredito que este momento chegou. Vai ser vida nova - comemora.

    O Loteamento Dona Mariquinha é um convênio entre o Município e o Programa Habitar Brasil BID (HBB) do Governo Federal. O contrato começou a vigorar em 2002 e prevê a construção de 148 unidades habitacionais divididas em três etapas. A primeira etapa foi concluída em 2007 com a entrega de 59 casas, um Centro Comunitário, um Centro de Educação Infantil e uma Quadra de Esporte. E agora em 2013 ocorreu a segunda etapa com a entrega de 40 moradias, restando agora a construção de 49 casas.

    As famílias contempladas pelo projeto serão beneficiadas com o processo de regularização fundiária através do Termo Administrativo de Concessão de Direito Real de Uso- CDRU.

    - A obra demorou muito tempo para ser concluída devido à burocracia, e atraso no repasse de recursos pelo Governo Federal e quem sofreu e continua sofrendo é a população que aguarda por essas moradias. Inclusive, em janeiro deste ano, o local foi invadido pelos beneficiários que não queriam mais aguardar pela conclusão das casas - relata o secretário de Habitação.

    De acordo com o secretário, há dificuldades na continuidade da terceira etapa. Em virtude do atraso do repasse por parte do Governo Federal, nenhuma empresa tem interesse em participar do processo licitatório para a próxima etapa.

    O município estuda a possibilidade de rescindir este contrato com o Ministério das Cidades e encontrar alternativas de projetos que sejam mais rápidos e menos burocráticos para atender os anseios dos beneficiários da terceira etapa.

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