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Justiça

Preso há um ano, homem é absolvido em júri popular em Joinville

Ele era acusado de ter ajudado um amigo no assassinato e na ocultação do corpo de outro homem

06/11/2019 - 20h37 - Atualizada em: 06/11/2019 - 21h49

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Cláudia
Por Cláudia Morriesen
foto mostra tribunal do júri com a porta aberta
(Foto: )

Dois homens foram a júri popular nesta quarta-feira, 6, após serem acusados de cometer um crime de homicídio que ocorreu em Joinville em 9 de maio de 2011. Eles haviam sido detidos pela Polícia Civil em agosto do ano passado, quando o caso foi reaberto. Um deles, um homem de 33 anos, estava preso desde então, mas foi absolvido no julgamento que ocorreu nesta quarta no Fórum de Joinville.

Segundo a denúncia, os acusados eram responsáveis pela morte de um homem por asfixia utilizando um cadarço após realizarem uma emboscada para capturá-lo. Depois, ele foi enterrado em um matagal próximo do local, no bairro Morro do Meio. Ambos respondiam por dois crimes: homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Ao final do julgamento, os jurados, por maioria de votos, decidiram pela condenação do réu Renan Jaison Ribeiro a uma pena de 12 anos de prisão pelo crime de homicídio e um ano pelo crime de ocultação de cadáver. A motivação para o crime era que a vítima estaria se relacionando com a mulher dele.

Em relação ao outro réu, identificado como Marcos Aurélio, que respondia o processo preso há um ano e três meses, os jurados entenderam que ele não teve qualquer participação no crime e decidiram pela absolvição. Segundo o advogado dele, Pedro Wellington Alves, a acusação se baseava em uma testemunha protegida que, no julgamento, teve o depoimento desqualificado.

A sessão do Tribunal do Júri foi presidida pelo juiz Gustavo Henrique Aracheski. Atuou na acusação o promotor César Augusto Engel. A defesa do réu Renan foi realizada pelo advogado Antônio Luis Lavarda.

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