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    Ramiro marca, mas Grêmio cede empate ao Brasil-Pel no Bento Freitas

    Placar de 1 a 1 levou o time de Renato Portaluppi ao segundo lugar do Gauchão, com 12 pontos

    15/03/2017 - 17h27 - Atualizada em: 15/03/2017 - 19h28

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    Por Redação NSC
    (Foto: )

    Apesar da pressão nos minutos finais, o Grêmio ficou no empate em 1 a 1 contra o Brasil-Pel, na noite desta quarta-feira, no Bento Freitas. Ainda assim, o time avançou duas posições na tabela, ultrapassou Veranópolis e Caxias e agora está na segunda colocação do Gauchão, superado apenas pelo líder Novo Hamburgo. De novo, Renato optou pela formação tradicional, sem usar Lucas Barrios desde o início. Gata Fernández sequer foi utilizado.

    O Grêmio foi melhor na primeira etapa. Seu gol, marcado a 22 minutos, foi fruto de uma combinação entre Ramiro e Léo Moura. Da troca de passes entre os dois, restou a rebatida errada de Cirilo, que Ramiro aproveitou para acertar chute da entrada da área, que venceu Eduardo Martini.

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    Era, até então, o melhor momento do time de Renato na partida. Com rapidez, os atacantes trocavam de posição e conseguiam confundir a zaga do Brasil. Ramiro, de novo, se destacava tanto na marcação quanto nos avanços. Faltava, apenas, mais lucidez e coragem para que Michel e Jailson avançassem. Aos 29, Marrini fez defesa providencial em chute de Bolanõs, após tabela com Pedro Rocha. O segundo gol se desenhava. Em sua única investida, porém, o Brasil quase empatou. A 26, lançado às costas de Thyere, Marcinho chutou cruzado e Leo, que havia sido escalado de última hora, no lugar de Marcelo Grohe, quase leva "frango". Parecia um prenúncio, mas o sinal de alerta não foi percebido pelo Grêmio. Aos 32, Marlon bateu escanteio, Gustavo Papa antecipou-se a Jailson e desvia de cabeça para empatar.

    Nos minutos finais, em que o Grêmio predominou, Eduardo Martini foi decisivo, em três momentos, para evitar o desempate. A 37, ele defendeu chute forte de Jailson. Aos 42, estava atento ao arremate de Pedro Rocha, da intermediária, após receber de Kannemann. Por fim, aos 43, fez sua defesa mais difícil, na conclusão de Luan.

    Igualado no marcador, o Brasil adotou seu estilo preferido no segundo tempo. Concentrou marcadores na frente da sua área, para bloquear as iniciativas do Grêmio, e passou a especular em contra-ataques. E foi até mais efetivo nas conclusões. Como no lance em que Gustavo Papa venceu Thyere no alto e cabeceou por cima.

    Renato percebeu a dificuldade e trocou Pedro Rocha por Lucas Barrios. Mas foi Luan quem quase colocou o time em vantagem. Aos 34 minutos, ele recebeu cruzamento de Léo Moura e concluiu para nova defesa de Martini. Muito clara, também, foi a chance de Everton. Depois de dois dribles contra Cirilo, ele chutou na trave.

    *ZHESPORTES

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