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Rede hoteleira de Joinville lucra com turistas de passagem pela região

Alguns dos principais hotéis da cidade têm ocupação superior nesta época do ano na comparação com igual período do ano passado

31/12/2015 - 06h01

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Por Redação NSC

* O colunista Claudio Loetz está de férias e retorna ao trabalho no dia 11 de janeiro.

A preferência pelo turismo nacional, aliada à alta do dólar e a busca por alternativas de hospedagem mais em conta do que em balneários badalados, está beneficiando a rede hoteleira de Joinville. Os estabelecimentos têm bons motivos para comemorar neste final de ano. Em alguns deles, a ocupação é superior a do ano passado.

Joinville está sendo utilizada como cidade dormitório de quem quer conhecer as praias próximas e ponto de parada para descanso nos casos de viagens mais longas.

O hotel Blue Tree Towers de Joinville percebeu as intenções dos turistas e apostou na oferta de pacote promocional e informações sobre as praias que ficam próximas da cidade. Deu certo. A ocupação no período de festas até início de janeiro oscila entre 60% e 70%, contra aproximadamente 40% no mesmo período de 2014, conta a gerente de vendas Cláudia Borges.

No Mercure Joinville Prinz Hotel, a ocupação para os dias 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro é de 60%, contra 50% no mesmo período do ano passado. Já o Tannenhof Hotel confirmou o evento de Reveillon, com ceia e música ao vivo para 120 pessoas, algo que não ocorreu em 2014 por falta de procura.

O gerente de hospedagem do Tannenhof, José Roberto Rodrigues, diz que 2015 não foi de crise para o estabelecimento. O ano vai terminar com resultado igual ou superior ao do ano passado.

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Intenção de consumo tem queda histórica

A intenção de consumo das famílias catarinenses caiu para o nível mais baixo dos últimos cinco anos, conforme pesquisa da Fecomércio-SC. O Indicator IFC cruza dados sobre emprego atual, perspectiva profissional, renda, acesso ao crédito, nível e perspectiva de consumo e o momento para aquisição de bens duráveis para medir a avaliação das famílias sobre sua condição de vida e a propensão ao consumo em curto e médio prazo.

A pesquisa, divulgada nesta quarta-feira, aponta queda no ICF na comparação mensal (0,8%) e anual (-25,5%), chegando em dezembro no patamar de 98 pontos, na escala de 0 a 200 pontos - o menor nível registrado da série que se iniciou em janeiro de 2010.

A confiança em relação a renda atual caiu 2,3% na comparação com novembro e 4,8% referente ao mesmo período do ano passado. Já o nível de emprego entre novembro e dezembro subiu 1,6%.

Segundo a Fecomércio, porque o período é marcado pelas contratações de temporários para atender às demandas de fim de ano. No entanto, na comparação anual, a taxa registrou queda de -12,1%, pressionado pelo aumento das demissões.

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