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Greve geral

Reforma da Previdência motiva protestos e paralisações em cidades de Santa Catarina

Maior mobilização foi na Capital, que contou com passeata e concentração na Praça XV

14/06/2019 - 19h14 - Atualizada em: 14/06/2019 - 20h21

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Redação
Por Redação DC
protesto em Florianópolis
Em Florianópolis, dia de protestos encerrou com ato em frente à Catedral, no Centro
(Foto: )

Cidades catarinenses tiveram manifestações em apoio à greve geral ao longo desta sexta-feira (14), principalmente com atos contra a Reforma da Previdência. A mobilização teve mais força na Capital, onde os transportes públicos não operaram e um protesto em frente à Catedral reuniu 10 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, e entre 20 e 30 mil, conforme os organizadores.

Assim como em todo o país, os atos foram convocados por sindicalistas e participantes de movimentos sociais. Além da reforma, outras medidas do governo Jair Bolsonaro também foram contestadas, como o corte de repasses a instituições de educação federais.

O ato em Florianópolis começou por volta das 16h, no Terminal de Integração do Centro (Ticen). De lá, os manifestantes saíram em passeata em direção à Avenida Beira-Mar Norte e, no fim da tarde, chegaram à Praça XV, onde se concentraram na escadaria da Catedral Metropolitana. De acordo com a PM, a maior parte do protesto foi pacífica, com exceção de pichações em estabelecimentos da Avenida Professor Othon Gama D'Eça.

Logo cedo, os moradores da Capital enfrentaram dificuldades para acessar serviços públicos. Por conta da paralisação do transporte, muitas pessoas precisaram recorrer ao serviço de motoristas de aplicativo e taxistas.

Os bancos também ficaram fechados, já que os funcionários aderiram à paralisação geral. A categoria realizou uma reunião em frente à Praça XV de Novembro, por volta das 7h, e decidiu que não trabalharia. Com menos gente nas ruas, o clima pelo Centro da cidade era atípico para uma sexta-feira.

Atos pelo Estado

Também foram registradas manifestações na maioria das regiões do Estado, com atos contra a Reforma da Previdência e em apoio à educação.

Em Joinville, no Norte catarinense, manifestantes foram às ruas em dois protestos diferentes, realizados por servidores municipais e sindicatos. Durante a manhã, a prefeitura municipal divulgou que 1.605 os servidores aderiram à paralisação nos órgãos públicos.

Em Itajaí, manifestantes se reuniram em frente à Praça Arno Bauer, e andaram pelo calçadão da Rua Hercílio Luz, no Centro da cidade. O grupo estava com uma faixa de protesto.

Já em Blumenau, houve manifestação em frente ao Teatro Carlos Gomes e caminhada pela Rua Sete de Setembro, no Centro. Rio do Sul também registrou protesto, com ato realizado no canteiro da central da BR-470.

Em Criciúma, no Sul do Estado, um ato foi realizado na Praça da Chaminé, no bairro Próspera, durante a manhã. Um grupo caminhou até o Terminal Central de Ônibus, onde bloquearam a saída de veículos por 10 minutos.

No Oeste catarinense, houve atos registrados em Chapecó, Caçador, Xanxerê e Faxinal dos Guedes.

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