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    Robô Laura e tecnologia de ponta: Hospital Unimed se preocupa com segurança e saúde dos pacientes

    Diretor técnico fala sobre a tecnologia empregada na unidade hospitalar, o atendimento humanizado e a certificação de qualidade

    29/05/2020 - 20h17 - Atualizada em: 01/06/2020 - 08h25

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    Por Estúdio NSC
    unimed
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    O Hospital Unimed, da Unimed Grande Florianópolis, aposta na tecnologia, nos profissionais capacitados e nos rigorosos padrões de qualidade como diferenciais de atendimento. Inaugurado em novembro de 2014, conta com estrutura moderna e eficiente para diagnóstico e tratamento de adultos e crianças.

    Em entrevista, o diretor técnico do Hospital Unimed e dos Serviços Próprios da cooperativa médica, Dr. Gabriel Gustavo Longo, fala sobre o processo de inovação empregado na unidade hospitalar, que inclui tecnologia para acompanhar o quadro clínico do paciente, atendimento humanizado e certificação de qualidade. Confira:

    O Hospital Unimed foi o primeiro em Santa Catarina a adotar o Robô Laura, uma plataforma de inteligência artificial para auxiliar no diagnóstico precoce de sepse. Por que essa tecnologia é tão importante e quais outras inovações estão sendo adotadas pelo Hospital?

    O Hospital Unimed tem buscado alternativas tecnológicas que aumentem a segurança dos nossos protocolos de cuidado e de tratamento, como é o caso do robô Laura, que auxilia na detecção precoce quando existe a piora clínica dos pacientes internados. Essa tecnologia cumpre um importante papel ao auxiliar no processo de cuidado porque coleta e analisa de forma automática dados dos pacientes em intervalos regulares, programados de acordo com a necessidade do hospital. Na hipótese de haver uma piora no quadro clínico do paciente, o sistema emite alertas, permitindo que a equipe médica atue de forma precoce, e isso pode ser determinante para a recuperação daquele paciente.

    Procuramos também adotar tecnologias para otimizar o trabalho de organização das equipes. Um exemplo disso é uma plataforma na nuvem, onde os coordenadores médicos podem gerir as escalas de plantões e sobreavisos, sem uso de planilhas e papéis. Tudo é feito de forma digital, com segurança da informação e possibilidade de emissão de relatórios para análise, otimizando a gestão das escalas de trabalho.

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    Equipe que trabalha com o Robô Laura
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    O Nosso Jeito de Cuidar é um posicionamento da Unimed Grande Florianópolis para um atendimento mais humanizado, próximo e acolhedor com os seus públicos. Como esse pilar de atuação está enraizado no Hospital Unimed?

    É fundamental entender o que realmente importa para o paciente e para os seus familiares, conhecer suas preocupações, seus temores. O tratamento hospitalar, além de buscar o controle ou a cura da doença, deve também considerar os aspectos emocionais e sociais, respeitando os valores do ser humano, que naquele momento está na condição de paciente.

    A visita estendida na UTI, a visita virtual através de videochamada conectando os pacientes internados aos seus familiares, os enfermeiros da alegria, o projeto leiturinha para as crianças e as apresentações musicais são ações realizadas no Hospital Unimed para que os pacientes se sintam acolhidos e tenham a melhor experiência possível durante o período de internação.

    Saiba mais sobre o Nosso Jeito de Cuidar

    Por conta do coronavírus, o setor da saúde é um dos mais requisitados neste momento de pandemia. De que forma, uma das estruturas mais modernas da região, como o Hospital Unimed, preparou-se para atender os pacientes com o vírus?

    Temos o compromisso, que é a segurança e a saúde dos pacientes, razão pela qual conquistamos ano passado o certificado da Organização Nacional de Acreditação (ONA), por cumprir requisitos fundamentais de qualidade em saúde e segurança do paciente. Somos a única unidade hospitalar da Grande Florianópolis a ter esse reconhecimento - afirma Dr. Gabriel Gustavo Longo

    Seguimos, rigorosamente, os protocolos e as recomendações da OMS e do Ministério da Saúde para que o Hospital Unimed e as unidades de pronto atendimento, em São José e no centro de Florianópolis, estejam preparadas para atender casos da Covid-19. Criamos um fluxo de atendimento com áreas exclusivas para casos suspeitos e confirmados de contaminação pelo vírus, além de fluxos de acessos, treinamento constante da equipe, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e esclarecimentos pós-alta para o paciente e familiares.

    Da mesma forma, seguimos as recomendações da ANVISA (Ministério da Saúde) para manter a segurança no atendimento dos pacientes que necessitam de tratamento hospitalar por outras condições clínicas não relacionadas à pandemia, como doenças cardiovasculares, do aparelho digestivo, urológicas, neurológicas, lesões traumáticas e outras.

    Atendimento humanizado também em tempos de pandemia

    Pacientes internados no Hospital Unimed recebem visita virtual de familiares e com ajuda dos profissionais da saúde, familiares e pacientes minimizam a saudade por videochamadas.

    Dentre as mudanças provocadas pelo isolamento social, o contato com pessoas recebeu forte transformação, e no ambiente hospitalar não foi diferente. Com a necessidade de cuidarem de si e de suas famílias, muitos pacientes não têm a oportunidade de receber a visita dos parentes, ainda mais em um momento tão importante e necessário para a saúde física e emocional.

    Mas uma alternativa colocada em prática pelo Hospital Unimed, da Grande Florianópolis, está encurtando distâncias e permitindo a aproximação das pessoas. Com o apoio da tecnologia, a visita do paciente ocorre virtualmente em reforço às recomendações de isolamento social e para proteger os familiares do risco de contágio.

    Quem presenciou esse momento foi o paciente Mohamad Ali Younes, de 36 anos. Após ficar internado 10 dias no Hospital Unimed, ele recuperou-se da Covid-19 e pôde, enfim, receber o abraço da família. Enquanto permaneceu na unidade hospitalar, as conversas eram feitas por videochamadas, com a ajuda da equipe de médicos e enfermeiros.

    Para a coordenadora de enfermagem, Cristiani Pereira, as visitas virtuais não substituem o contato físico, mas minimizam a saudade e se mostram eficazes em períodos de distanciamento social.

    - Nada muda a sensação de receber um abraço, mas o fato de ouvir e ver a família, mesmo que à distância, traz alívio e melhora as condições de saúde das pessoas - diz Cristiani.

    Para o diretor do Hospital Unimed, Dr. Gabriel Gustavo Longo, a visita virtual cumpre um importante papel preventivo e de segurança com a saúde.

    - Essa iniciativa foi muito bem recebida pelos pacientes internados e seus familiares. Com menos pessoas dentro da uma unidade hospitalar, menor é o risco de transmissão do coronavírus e de outros agentes de contaminação - completa.

    Desde que as visitas virtuais iniciaram em abril, todos os pacientes internados conectaram-se com seus familiares, e os encontros ocorrem diariamente.

    Pioneirismo e inovação com robô Laura

    O Hospital Unimed da Grande Florianópolis é o primeiro de Santa Catarina a utilizar inteligência artificial contra a infecção generalizada. Também é pioneira dentre as Unimeds do país.

    Cada vez mais próxima do ecossistema de inovação potencializado por startups e empresas de tecnologia, a Unimed Grande Florianópolis adotou em seu Hospital o uso diário da plataforma de inteligência artificial conhecida como “robô Laura” para auxiliar no diagnóstico precoce de sepse.

    - Estamos orgulhosos por trazer a Santa Catarina essa tecnologia que cumpre um importante papel preventivo na saúde - comenta o CEO da cooperativa, Richard Oliveira.

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    Colaboradores utilizando o Robô Laura
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    A sepse é uma condição clínica grave, preocupante em todo mundo, que leva ao óbito em percentuais variáveis, podendo chegar a, aproximadamente, 55% em alguns casos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a sepse é a causa de morte de mais de seis milhões de pacientes por ano no mundo.

    O assessor médico de Inteligência em Saúde da cooperativa, Raphael Corrêa Santa Ritta, explica que o robô Laura monitora e analisa através de machine learning (aprendizado de máquina) dados como, por exemplo, idade, sexo, sinais vitais (pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura), saturação de oxigênio e glicemia capilar de cada um dos pacientes internados nos 75 leitos.

    - Com base nessas informações são gerados alertas em painéis de gestão que identificam, por ordem de criticidade, os pacientes com deterioração clínica. De forma ágil, os médicos estabelecem o diagnóstico mais precoce de sepse e iniciam o tratamento imediatamente, apoiado no histórico clínico do paciente e de seus exames complementares - explica.

    Pacientes monitorados

    A inteligência artificial empregada permite coletar e analisar dados dos pacientes internados a cada 3,8 segundos. O objetivo é reduzir o tempo para a identificação daqueles que estão com infecção generalizada e aumentar a velocidade até o início do tratamento, o que pode ser essencial para salvar vidas.

    - Trata-se do primeiro Hospital em Santa Catarina a implantar esse robô e caminha junto da tecnologia por uma saúde mais eficiente - sintetiza o CEO de Laura, Cristian Rocha.

    Uma vez implementado, o sistema conversa diretamente com a área operacional e gerencia riscos, também aprende de acordo com novas informações e se adapta às condições atuais do paciente. Além disso, o robô integra-se com resultados de exames laboratoriais e com os horários das prescrições médicas do paciente, permitindo identificar em tempo real agravos em sua saúde. Quando identificados aqueles com deterioração clínica, são emitidos alertas nos painéis de gestão para que a equipe possa prestar o atendimento imediato. Em situações de maior criticidade, alertas podem ser enviados para um time de resposta rápida composto por médicos e enfermeiros.

    O Diretor Técnico do Hospital Unimed, Gabriel Gustavo Longo, não tem dúvidas de que a ferramenta representa uma evolução na segurança do usuário.

    - Auxilia a equipe assistencial a monitorar e identificar de forma precoce os pacientes hospitalizados que apresentam deterioração do seu quadro clínico, como acontece nos casos de sepse - finaliza

    Robô Laura

    A plataforma de inteligência artificial foi desenvolvida em Curitiba pelo analista de sistema Jacson Fressatto após a perda de sua filha, que se chamava Laura, devido um quadro de sepse em 2010. Ativo desde 2016, o Robô teve cerca de 2,5 milhões de atendimentos analisados e estima-se que já tenha ajudado a salvar mais de 12 mil vidas.

    Conheça mais sobre a Unimed Grande Florianópolis acessando o site.

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