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Rodrigo Faraco: as emoções do primeiro ano do acidente da Chapecoense

A ferida ainda não está cicatrizada

29/11/2017 - 23h15

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Por Redação NSC
(Foto: )

A ferida ainda não está cicatrizada. Por mais que o novo time da Chapecoense tenha feito uma grande temporada e ainda possa alcançar uma nova classificação de Libertadores, a passagem do primeiro ano da tragédia deixa mais uma vez muito claro que é e sempre foi muito mais que futebol. Todos lembraram das pessoas, não do time. O time se refez. Mas a dor dos familiares dos jogadores, dos colegas jornalistas e comunicadores, e dos dirigentes, ainda é grande.

E a mágoa também ficou explícita. Uma mágoa que existe porque absolutamente ninguém sabe ou soube lidar de forma correta, ou porque ninguém se sentiu satisfeito plenamente com o que foi feito após o acidente. E não há como. Porque simplesmente ninguém sabe mesmo como lidar com uma situação desta. E nunca vai haver jeito mais correto. O que vale neste momento é relembrar as pessoas e os seus feitos. Que fiquem sempre na memória de todos. Todos os 71 fizeram diferente e eram especiais. É o carinho que gostaria de deixar com estas palavras. Foi um dia de saudades. Foi um ano de saudades.

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