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    Rodrigo Faraco: decepção na Ressacada com a eliminação do Avaí

    Colunista da Hora fala sobre a partida do Avaí contra o Luverdense

    01/03/2017 - 20h17

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    Por Redação NSC
    (Foto: )

    O Avaí, no todo dos 90 minutos, jogou e produziu pra ganhar, mas o início do jogo contra o Luverdense custou muito caro. Nos primeiros 20, 25 minutos o Avaí deu muito espaço no meio de campo, sem intensidade e sem proximidade das linhas, como é característico da equipe.

    O Luverdense, um time bem treinado e que valoriza muito a posse de bola, soube aproveitar. Tocando e envolvendo, a equipe do Mato Grosso abriu o placar e aumentou as dificuldades para o Leão. No segundo tempo tudo mudou com as entradas de Caio César e Júnior Dutra, o Avaí foi só ataque, enquanto o adversário era só defesa. O time produziu pra virar o jogo, mas não teve competência nas finalizações e muitas vezes esbarrou no goleiro Diogo Silva, que foi o melhor em campo.

    Dois pecados custaram caro

    O primeiro pecado do Avaí foi entrar em campo como se estivesse jogando um jogo qualquer. Sem intensidade e dando espaços ao adversário, o Leão foi envolvido e só foi jogar de verdade para decidir a partir dos 30 minutos. Era preciso entrar forte desde o começo e o alerta foi dado ontem pelo técnico Claudinei Oliveira.

    O segundo pecado veio com as cobranças de pênaltis. No geral, o Avaí bateu muito mal. A boa atuação do goleiro Diogo Silva parece ter desestabilizado os jogadores do Leão. Marquinhos e Rômulo bateram mal e Leandro Silva foi péssimo.

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